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	<title>Segunda Guerra.org &#187; Armamento</title>
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	<description>O Maior Acervo sobre a Segunda Guerra Mundial</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 18:17:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Capitão Comandante de U-Boat 1941</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 14:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>

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		<description><![CDATA[U-Boat ou U-boot tem origem na palavra alemã Unterseeboot (o que significa &#8220;barco debaixo-de-água&#8221;). Na Marinha Alemã havia o costume de nomear seus submarinos com “U” – e uma numeração. Na língua alemã este termo serve para denominar qualquer submarino. Os principais alvos das campanhas dos U-boats tanto na Primeira quanto na Segunda Guerra Mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>U-Boat</em> ou U-boot tem origem na palavra alemã <em>Unterseeboot</em> (o que significa &#8220;barco debaixo-de-água&#8221;). <br />
 Na Marinha Alemã havia o costume de nomear seus submarinos com “U” – e uma numeração. </p>
<p> Na língua alemã este termo serve para denominar qualquer submarino. Os principais alvos das campanhas dos U-boats tanto na Primeira quanto na Segunda Guerra Mundial eram os navios cargueiros que faziam transportes de mercadoria dos Estados Unidos e Canadá para a Europa.<span id="more-6188"></span></p>
<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, os submarinos alemães dominaram a batalha do Atlântico, que perdurou até à invasão da Europa. </p>
<p> No início da guerra, e logo após a entrada dos Estados Unidos na guerra, os submarinos alemães eram temidos devidos sua eficácia no afundamento de navios Aliados, chegando próximo da costa atlântica dos EUA e até mesmo do Golfo do México.</p>
<p>Porém a melhoria das tácticas dos comboios navais, tecnologias como o radar, sonar, cargas de profundidade, além da decodificação dos códigos da Enigma &#8211; máquina alemã que gerava mensagens codificadas &#8211; e a introdução da escolta aérea terminou com o domínio dos U-boats, os temidos submarinos alemães.</p>
<p>Ao terminar a Segunda Guerra os alemães tinham sofrido a perda de 743 embarcações e cerca de 30000 marinheiros.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/uniformes_kapitanleutnant.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6188]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6189" title="uniformes_kapitanleutnant" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/uniformes_kapitanleutnant.jpg" alt="" width="619" height="805" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<blockquote><p><img class="alignnone" title="bandeira nazi" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/01/bd01.gif" alt="" width="41" height="24" /></p>
<p>Capitão (Kapitänleutnant) &#8211; O comandante de U-boat, 1941 <br />
 01 – Túnica de oficiais com insígnias Kapitänleutnant <br />
 02 &#8211; Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro <br />
 03 &#8211; Emblema da tripulação U-boat</p>
<p>04 &#8211; Emblemas de flotilhas não oficial do 1 º e 9 º U-boat <br />
 05 &#8211; Cigarros <br />
 06 – Quepe de oficiais Kriegsmarine  <br />
 07 &#8211; Luvas de couro <br />
 08 –Farda de Batalha em Couro &#8220;U-Boot-Päckchen&#8221;</p>
<p>09 &#8211; Botas <br />
 10 – Relógio &#8220;Junghans&#8221; <br />
 11 &#8211; Binóculos Naval</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FEB &#8211; Dormitório do General Mascarenhas de Moraes na Itália</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 17:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>

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		<description><![CDATA[CAMINHÃO COMANDO/DORMITÓRIO DO GENERAL MASCARENHAS DE MORAES NA CAMPANHA DA ITÁLIA 1944/45 Quando do envio da Força Expedicionária Brasileira para o teatro de operações da Europa, mais precisamente para a Itália em 1944, após exaustivos treinamentos, quase todo o equipamento como armas, uniformes, peças de artilharia, aviões, veículos, etc. foram recebidos pelas tropas brasileiras após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CAMINHÃO COMANDO/DORMITÓRIO DO GENERAL <em>MASCARENHAS DE MORAES</em> NA CAMPANHA DA ITÁLIA 1944/45 </strong></p>
<p>Quando do envio da Força Expedicionária Brasileira para o teatro de operações da Europa, mais precisamente para a Itália em 1944, após exaustivos treinamentos, quase todo o equipamento como armas, uniformes, peças de artilharia, aviões, veículos, etc. foram recebidos pelas tropas brasileiras após sua chegada àquele território.</p>
<p>Durante toda a guerra em ambos os lados era comum ao comandante de suas respectivas unidades, grandes ou pequenas, possuírem um veículo adaptado para seu uso pessoal, que ao mesmo tempo servia como dormitório e também como ponto de reuniões com outros comandos. Vários veículos ficaram famosos ao longo da segunda guerra mundial, como o MAMUTE de Rommel, a raposa do deserto, veículo este que nem alemão era, mas sim um veículo inglês capturado que fora adaptado para esse uso.<span id="more-6116"></span></p>
<p>O General João Baptista Mascarenhas de Moraes, comandante da FEB não fugiu a esta regra, pois ganhou do General Mark Clark um caminhão <strong>G.M.C. AFKX 352 </strong>de 1 ½ tonelada, que originariamente era um veículo oficina, o qual foi transformado em veículo dormitório/comando, utilizado até o final da guerra e posteriormente enviado o Brasil juntamente com outros equipamentos usados durante aquele conflito. No seu interior foram colocadas camas, guarda roupa, escrivaninha, enfim o conforto necessário para um comandante, e no seu interior foi realizado importantes reuniões com autoridades aliadas e brasileiras.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6119" class="wp-caption aligncenter" style="width: 289px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando011.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6119" title="caminhao-comando01" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando011.jpg" alt="" width="279" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Vista frontal do GMC AFKX 352 que pertenceu à FEB quando ainda se encontrava ao relento no Forte de Copacabana em 1989. (foto autor)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6120" class="wp-caption aligncenter" style="width: 186px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando02.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6120" title="caminhao-comando02" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando02.jpg" alt="" width="176" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Gal. João Baptista Mascarenhas de Moraes no interior do seu veículo dormitório/comando GMC AFKXX 352 na frente Italiana 1944/45. Notar a escrivaninha e sobre ela o retrato de sua esposa. (foto Exército Brasileiro)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p>Este veículo foi desenvolvido em 1940, quando 78 AFKX 352, recebem uma carroceria produzida pela empresa Wayne, inspirada em ônibus escolares, eles foram destinados a servirem como veículos oficinas para diversos tipos de reparos. Posteriormente as firmas Wayne e Marion equipam 1912 caminhões, dessa versão furgão, entre 1941 e 1942, os quais passam a ter a seguinte denominação: M-1 oficina de aparelhos, armas ligeiras, manutenção de carros e M-2 oficina de artilharia, oficina de automóvel, depósito de peças pequenas.</p>
<p>A grande maioria foi enviada para a Inglaterra, e usados nas frentes da África do Norte e França, principalmente. Devido ao pouco espaço interno para cargas e outros materiais o modelo AFKX 352 foi substituído pelo modelo CCKW 353.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando03.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6121" title="caminhao-comando03" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando03.jpg" alt="" width="307" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">Caminhão GMC AFKX 352 na versão oficina do Exército Inglês durante a Segunda Guerra Mundial.  Crédito da foto: Exército Inglês</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6122" class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando04.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6122" title="caminhao-comando04" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando04.jpg" alt="" width="269" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Rendição do Marechal Graziani, italiano, ao Gen. Crittenberger, em Castiglione della Stiviere, Itália, 29/04/45. Notar ao fundo um GMC AFKX 352 e à esquerda detalhe da carroceria de um GMC CCKW 353 devidamente camuflado. (foto AHEx)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6123" class="wp-caption aligncenter" style="width: 461px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando05.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6123" title="caminhao-comando05" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando05.jpg" alt="" width="451" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">GMC CCKW 353, o substituto definitivo do AFKX 352 na versão oficina. Também foi empregado pela FEB na Segunda Guerra Mundial. Forte de Copacabana 1989. (foto autor) </p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>O exemplar usado pelo do Gal. Mascarenhas ainda existe, após ficarem muitos anos em poder da Escola de Material Bélico no Rio de Janeiro, onde pertencia ao seu acervo, em perfeitas condições de uso, como viatura histórica, foi o mesmo levado o para o Museu do Exército situado no Forte de Copacabana e lá quase que a maresia o destruiu, o que aconteceu com diversas outras viaturas nos final dos anos 80, pois ficavam ao ar livre&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 585px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando061.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6132" title="caminhao-comando06" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando061.jpg" alt="" width="575" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Vista dos lados direito e esquerdo do GMC AFKX 352. Notar a placa de bronze afixada ao mesmo (foto à esquerda) onde relata que este veículo pertenceu à FEB e foi usado pelo Gal. Mascarenhas de Moraes na Campanha da Itália entre 1944 e 1945. (fotos autor)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_6128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 593px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando08.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6128" title="caminhao-comando08" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando08.jpg" alt="" width="583" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da parte traseira do GMC AFKX 352 em 1989 no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. Notar a porta de acesso ao mesmo, lembrando em muito um ônibus. No detalhe vista do interior do veículo a partir da porta traseira. (fotos autor)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Após ser recolhido e posteriormente reformado nos anos 90, foi incorporado ao acerco do recém-criado Museu Conde Linhares (Museu do Exército) que absorveu grande parte dos veículos militares, o qual se situa em São Cristóvão em frente á Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro. Ele está em local coberto e aberto á visitação, preservado em perfeitas condições para as gerações futuras.</p>
<blockquote><p style="text-align: center;"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando09.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-6129 aligncenter" title="caminhao-comando09" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/06/caminhao-comando09.jpg" alt="" width="450" height="345" /></a></p>
<p><span style="font-size: x-small;">O GMC AFKX 352 todo restaurado e com as marcações da FEB, exposto no  Museu Militar Conde Linhares no Rio de Janeiro. (foto autor)</span></p>
<p><strong><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" class="broken_link" rel="lightbox[6116]"><img class="size-full wp-image-1567 alignnone" style="border: 0pt none;" title="22px-flag_of_brazil" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" alt="" width="22" height="15" /></a><br />
 </strong></p>
<p><strong>Modelo:</strong> GMC AFKX 352, 4&#215;4, 1 ½ -3 Toneladas <br />
 <strong>Fabricante do caminhão:</strong> General Motors Corporation, USA <br />
 <strong>Fabricante da carroceria:</strong> Wayne, USA <br />
 <strong>Comprimento:</strong> 5,97m <br />
 <strong>Largura:</strong> 2,36m <br />
 <strong>Altura:</strong> 2,96m <br />
 <strong>Peso vazio:</strong> 4.404Kg <br />
 <strong>Peso com carga:</strong> 5.896Kg <br />
 <strong>Inclinação máxima:</strong> 65% <br />
 <strong>Raio de ação:</strong> 290km <br />
 <strong>Motor:</strong> G.M.C. tipo 248, 6 cilindros, 4.100cm<sup>3</sup>, gasolina <br />
 <strong>Velocidade máxima em rodovia:</strong> 72km/h <br />
 <strong>Bateria:</strong> 6 volts <br />
 <strong>Freios:</strong> hidráulicos<br />
 <strong>Classe:</strong> 1 ½ ton. (terreno acidentado) e 3 ton. (rodovia). <br />
 <strong>Pneus:</strong> 7,50 x 20, duplos na traseira.</p>
<table style="width: 178px;" cellspacing="0" cellpadding="0">
</table>
<p><br class="spacer_" /></p>
</blockquote>
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		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Soldado do Afrika Corps 1941</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 01:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Deutsches Afrikakorps (Afrika Korps ou DAK) foi o conjunto de forças Alemãs na Líbia durante a Campanha do Norte da África na Segunda Guerra Mundial. Foi criada em 19 de Fevereiro de 1941, após o OKW (Comando das Forças Armadas da Alemanha Nazista) ter decidido remeter uma força expedicionária para apoiar o exército italiano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Deutsches Afrikakorps (Afrika Korps ou DAK) foi o conjunto de forças Alemãs na Líbia durante a Campanha do Norte da África na Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Foi criada em 19 de Fevereiro de 1941, após o OKW (Comando das Forças Armadas da Alemanha Nazista) ter decidido remeter uma força expedicionária para apoiar o exército italiano, que fora alvo da contraofensiva britânica, a Operação Compasso.</p>
<p>A força expedicionária alemã, sob o comando do lendário Erwin Rommel, incialmente consistia do 5º Regimento Panzer e de várias outras pequenas unidades.<span id="more-6040"></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Abaixo temos um uniforme típico de um soldado do Afrika Corps.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/afrikacorps.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6040]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6041" title="afrikacorps" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/afrikacorps.jpg" alt="" width="619" height="813" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<blockquote><p><strong><img class="alignnone" style="border: 0pt none;" title="bandeira" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/01/bd01.gif" alt="" width="50" height="30" /><br />
Soldado Afrika Korps de 1941 </strong><br />
 01 – Capacete de aço M-35 com camuflagem para o deserto <br />
 02 &#8211; jaqueta verde-oliva com manchas brancas (infantaria) M-40 <br />
 03 &#8211; bermudas M-40 <br />
 04 &#8211; shorts M-40 <br />
 05 &#8211; da cintura principal, e correias <br />
 06 &#8211; bolsas de couro marrom para munição <br />
 07 &#8211; capacete de cortiça Tropenhelm <br />
 08 &#8211; granadas M-24 <br />
 09 – Carregadores 7,92 milímetros <br />
 10 &#8211; rifle Mauser 98k  7,92 milímetros <br />
 11 &#8211; baioneta Seitengewehr 84/98 <br />
 12 &#8211; Bolsa <br />
 13 &#8211; cantiil bakelite marrom (&#8220;coco&#8221;) <br />
 14 &#8211; kit M-31 <br />
 15 – Poncho M-31 (espécie de lona para tenda) <br />
 16 – Botas Tropicais<br />
 17 – Livro para Reconhecimento de Aeronaves da RAF</p>
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Fuzileiro Naval da Kriegsmarine, 1940</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 17:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Kriegsmarine (Marinha de Guerra) era a Marinha da Alemanha de 1935 a 1945, durante todo o regime Nazista, ocupando o lugar da Reichsmarine e da Kaiserliche Marine da Primeira Guerra Mundial. A marinha esteve envolvida principalmente em ações da invasão da Noruega em Abril de 1940 e na Batalha do Atlântico. Entre outras operações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Kriegsmarine (Marinha de Guerra) era a Marinha da Alemanha de 1935 a 1945, durante todo o regime Nazista, ocupando o lugar da Reichsmarine e da Kaiserliche Marine da Primeira Guerra Mundial.</p>
<p>A marinha esteve envolvida principalmente em ações da invasão da Noruega em Abril de 1940 e na Batalha do Atlântico. Entre outras operações menores estava o afundamento do HMS Royal Oak, HMS Glorious, Bismarck, HMS Hood, Scharnhorst e Cap Arcona.</p>
<p>Diversos navios de guerra e couraçados alemães permaneceram próximo à costa e em muitos casos nos portos, devido ao medo de perdê-los em combate, utilizados largamente na provisão de fogo de artilharia pela costa do Báltico, a fim de proteger as forças terrestres alemãs que batiam em retirada.<span id="more-6030"></span></p>
<p>Abaixo temos um típico uniforme de um Fuzileiro naval Alemão, os responsáveis pelo primeiro contato com os inimigos no desembarque.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/kriegmarine.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6030]"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/kriegmarine1.jpg" rel="lightbox[6030]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6038" title="kriegmarine" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/kriegmarine1.jpg" alt="" width="612" height="803" /></a></a></p>
<blockquote><p><img class="alignnone" style="border: 0pt none;" title="bandeira nazi" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/01/bd01.gif" alt="" width="39" height="23" /><span style="font-size: medium;"><strong><br />
 Uniforme de Unidades de Desembarque da Kriegsmarine, 1940</strong></span><br />
 01 – Capacete M-35 com brasão Kriegsmarine <br />
 02 – Jaqueta de Praças, Matrosengefreiter <br />
 03 &#8211; Calça padrão <br />
 04 &#8211; Botas <br />
 05 – Máscara de Gás M-38 <br />
 06 &#8211; Cinto Principal com Porta Munições de couro <br />
 07 – Bolsa de Lona M-31 <br />
 08 – Kit com copo e “porta-treco”<br />
 09 &#8211; Rifle Mauser 98k</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Armas da Segunda Guerra &#8211; Motocicleta Harley-Davidson WLA na FEB</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 23:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[No Exército dos Estados Unidos as motocicletas foram usadas como veículo de ligação, escolta de comboio e policial e as versões militares foram modificações dos modelos civis já existentes. Criadas inicialmente como motocicletas civis pela Harley-Davidson, o modelo WL, antes da Segunda Guerra Mundial, será produzido aos milhares e terá sua versão militar designada WLA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Exército dos Estados Unidos as motocicletas foram usadas como veículo de ligação, escolta de comboio e policial e as versões militares foram modificações dos modelos civis já existentes.</p>
<p>Criadas inicialmente como motocicletas civis pela  Harley-Davidson, o modelo WL, antes da Segunda Guerra Mundial, será produzido aos milhares e terá sua versão militar designada WLA onde o  A significa ARMY a partir de 1941, alcançando a cifra de 90.000 unidades produzidas até 1946 para atender ao Exército Americano e seus aliados, produzidas tanto nos Estados Unidos como no Canada onde recebeu a designação de WLC.<span id="more-5925"></span></p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla01.png" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"></a><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla011.png" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5932" title="wla01" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla011.png" alt="" width="339" height="209" /></a></p>
</td>
<td><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla02.png" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"></a><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla02.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5934" title="wla02" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla02.jpg" alt="" width="211" height="336" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><span style="font-size: small;"><strong>Vistas da WLA do Exército dos Estados Unidos quando de seu lançamento. Crédito das fotos:<br />
 coleção do autor</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Com a criação da  Força Expedicionária Brasileira, a nossa  FEB, que foi enviada para os campos da Itália entre 1944 e 1945, onde  participou de diversos combates, dentro das unidades que a compunham existia um Pelotão de Polícia que empregou diversos tipos de veículos e dentre eles duas motocicletas Harley-Davidson WLA 42, cujo número de série foram 575.604 (motor 29.829) e 613.870 (motor 20.233), sendo as únicas empregadas pela FEB.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Este pelotão de polícia deu origem à Polícia do Exército Brasileiro, mais conhecida pela sigla P.E.  e que existe até os dias de hoje, inclusive participando de Missões de Paz no exterior como é o caso da unidade que opera atualmente em Timor Leste.</p>
<p>O modelo WLA era uma motocicleta de dois cilindros, impulsionada por um motor a gasolina refrigerado a ar, tipo V, quatro tempos e  quatro ciclos e diferia do modelo civil por ter recebido um porta bagageiro de couro,  maior e mais resistente em ambos os lados nas laterais traseiras, um porta munição metálico na lateral esquerda da roda frontal, um porta metralhadora em couro na lateral direita, uma proteção frontal similar a um parabrisa em material plástico transparente, uma placa de aço para proteção do cárter e recebeu a pintura em verde oliva e os respectivos emblemas e marcações  típicas do exército.<a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla04.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5936" title="wla04" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/wla04.jpg" alt="" width="513" height="348" /></a></p>
<p>Na FEB  receberam as marcações do Cruzeiro do Sul, nos paralamas e nas laterais do tanque de combustível e as siglas  MP (Military Police),  a matrícula  FEB 210 C (indicativa de Tropa Especial o número 210 e a letra C Pelotão de Polícia) todas em branco.</p>
<p>Em uma delas foi colocado sobre o pára-lama dianteiro uma potente sirene, bem à frente do farol que ajudava na missão de batedor.</p>
<p>Mesmo sendo pesadas, com embreagem de pé e mudanças na mão, a maioria do que as utilizaram, mesmo fora do exército americano, gostaram e confiaram nesta grande máquina pois eram robustas e aquentavam altas velocidades durante longos períodos de tempo.</p>
<p>Vale ressaltar que embora a motocicleta tenha entrado na Segunda Guerra Mundial com um papel significativo, sua importância foi diminuindo na medida em que esta progredia e com as novas formas de comunicação, como o rádio seu papel foi diminuindo, mas elas tiveram uma sobrevida no pós-guerra, pois os exército americano as possuía em grande quantidade e não mais as precisavam quando do término da guerra em 1945. Mais uma vez, os civis que precisavam de transportes baratos e as fábricas tinham sido esgotadas pelo esforço de guerra e não possuíam novas máquinas civis em estoque para os felizes desmobilizados com o pagamento do governo no bolso que puderam assim adquirir estas e outros tipos de veículos excedentes de guerra.</p>
<p>As duas usadas pela FEB vieram para o Brasil em 1945 e foram incorporadas a outras que foram empregadas ainda por muito tempo no Exército Brasileiro, em diversas unidades, fruto de acordos militares para recebem excedentes de guerra e algumas ainda podem ser vistas em mãos de colecionadores.</p>
<blockquote><p><a href="../wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"><img title="22px-flag_of_brazil" src="../wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" alt="" width="22" height="15" /> </a><img src="../wp-content/uploads/2009/03/22px-us_flag_48_stars.png" alt="" width="22" height="12" /></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/harley.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5925]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5941" title="harley" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/harley.jpg" alt="" width="445" height="279" /></a></p>
<p>Fabricante: Harley-Davidson</p>
<p>Modelo: WLA 42</p>
<p>Motor:  Dois cilindros em V, a gasolina, refrigerado a ar</p>
<p>Distância entre eixos: 1,51m</p>
<p>Comprimento: 2,23m</p>
<p>Altura: 1,04m</p>
<p>Peso: 245kg</p>
<p>Velocidade máxima: 65 milhas por hora</p>
<p>Raio de ação: 100 milhas</p>
<p>Tamanho da roda: 45cm</p>
<p>Tamanho do pneu:  4,00 x 18 polegadas</p>
<p>Tripulação: Um</p>
</blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em><strong>Expedito Carlos Stephani Bastos</strong></em><br />
 Pesquisador de Assuntos Militares da Universidade Federal de Juiz de   Fora</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Armas da Segunda Guerra &#8211; Dodge WC-51 &#8211; Uma Experiência Real na FEB</title>
		<link>http://segundaguerra.org/armas-da-segunda-guerra-dodge-wc-51-uma-experiencia-real-na-feb</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 21:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>

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		<description><![CDATA[DODGE ¾ Ton. WC-51 UMA EXPERIÊNCIA REAL NA FEB – 1944 – 1945 Este pequeno caminhão de ¾ de toneladas foi desenvolvido pela companhia Dodge Brothers Corporation nos Estados Unidos e largamente empregado na segunda guerra mundial. A Força Expedicionária Brasileira chegou a operar 148 deles só na configuração WC-51, tratando-se de um 4&#215;4 equipado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DODGE ¾ Ton. WC-51 </strong> <strong>UMA EXPERIÊNCIA REAL NA FEB – 1944 – 1945 </strong></p>
<p>Este pequeno caminhão de ¾ de toneladas foi desenvolvido pela companhia Dodge</p>
<p><strong>Brothers Corporation nos Estados Unidos e largamente empregado na segunda guerra </strong> <strong>mundial. </strong></p>
<p>A Força Expedicionária Brasileira chegou a operar 148 deles só na configuração<span id="more-5895"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>WC-51, tratando-se de um 4&#215;4 equipado com um motor a gasolina de 6 cilindros com </strong> <strong>válvulas laterais e refrigerado a água. A força motriz era transmitida desde a caixa de </strong> <strong>quatro velocidades por meio de um curto eixo de transmissão, que ia até uma caixa de </strong> <strong>redução e daí aos eixos das rodas dianteiras e traseiras, podendo atuar sobre as quatro rodas </strong> <strong>simultaneamente ou somente nas duas traseiras </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge01.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5897 aligncenter" title="dodge01" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge01.jpg" alt="" width="294" height="232" /></a></strong>Seu chassi serviu de plataforma para várias versões largamente empregadas durante e após a segunda guerra mundial, nos mais variados países do mundo.</p>
<p>Sem dúvida um veículo muito robusto e de grande confiabilidade, tanto na sua parte mecânica como na sua configuração total, muito confiável e durável.</p>
<p>A presente matéria tem a finalidade de narrar a experiência de um destes veículos usados pelo Serviço de Intendência da FEB, na campanha da Itália, nos anos de 1944 e  45, mais precisamente o empregado pelo Segundo Sargento Geraldo Teixeira Rodrigues, do Pelotão de Sepultamento onde podemos ver a grande experiência aprendida e guardada  por mais de 50 anos.</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge02.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" title="dodge02" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge02.jpg" alt="" width="236" height="338" /></a></td>
<td><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge03.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5901" title="dodge03" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge03.jpg" alt="" width="229" height="336" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong><span style="font-size: x-small;">À esquerda o 2º Sargento Geraldo Rodrigues Teixeira na frente de sua Dodge WC-51. Notar as marcações do Serviço de Intendência – FEB 210 E n.º 15. À direita Sargento Geraldo Rodrigues e Luiz Martins de Souza posando junto a Dodge WC-51 que operavam na Campanha da Itália em 1944/45. (Crédito das fotos: Geraldo T. Rodrigues)</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Convocado para servir na FEB, este jovem sargento de apenas 21 anos de idade, embarcou com o 1º Escalão rumo aos campos de batalha na frente italiana em 1944. Lá chegando se tornou voluntário para servir no pelotão de Sepultamento, um árduo trabalho que realizou durante todo o período em que a FEB esteve na luta contra tropas do eixo.</p>
<p>Curioso é que ele narra em depoimento dado ao autor, lembrando que tomou contato com a Dodge WC-51 após ter estagiado um mês com o pelotão de Sepultamento do Exército norte-americano onde aprendeu este ofício. Em apenas uma semana aprendeu a dirigir este veículo, quando teve aulas de direção num campo de futebol, onde aprendeu a manejar e a opera-lo, recebendo sua carteira de motorista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5908" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge05.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5908" title="dodge05" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge05.jpg" alt="" width="600" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">À esquerda Carteira de Motorista – vista frontal. À direita vista interna. Notar os tipos de veículos e qual podia dirigir. (Crédito da foto: Geraldo T. Rodrigues)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Feito isto ele narra suas incríveis aventuras pelos mais de 28.000 milhas percorridas nas estradas italianas, recolhendo os mortos não só brasileiros, mas americanos e até alemães após as duras batalhas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge06.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5911" title="dodge06" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge06.jpg" alt="" width="333" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da traseira da Dodge WC-51 na localidade de Riola. Notar os “jerrycans” para combustíveis no alto da carroceria. Havia dois deles um com gasolina e outro com vinho para agüentar o rigoroso inverno. (Crédito da foto: Geraldo T. Rodrigues)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>É interessante notar que seu veículo acompanhado de uma pequena carretinha tenha atuado por um longo período, sob as mais severas condições, sejam climáticas, sejam relativas aos diversos tipos de terreno, desde estradas asfaltadas a terrenos de difícil locomoção, em dias de sol, chuva e principalmente neve, coisa até então desconhecida pelas tropas brasileiras.</p>
<p>Vale aqui ressaltar que como ele mesmo diz teve pouquíssimos problemas com esta</p>
<p>viatura, ficando na mão apenas uma vez, quando ao tentar limpar o filtro de combustível que era de vidro, este veio a se quebrar, tendo de passar a noite com o veículo carregado de cadáveres até que na manhã seguinte conseguiu ser rebocado por um caminhão inglês que o levou até uma oficina do exército norte-americano, onde o veículo foi reparado e voltou à ativa.</p>
<p>Numa outra situação a água do radiador congelou e ele foi novamente rebocado até outra oficina, onde os mecânicos de posse de um maçarico colocaram a sua Dodge novamente em funcionamento, entregando a ele um vidro contendo um líquido verde (anti- congelante) que ele toda vez que fosse completar a água, colocasse um pouco daquilo, o que fez regularmente e nunca mais teve problemas desta natureza.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5912" class="wp-caption aligncenter" style="width: 502px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge07.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5912" title="dodge07" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge07.jpg" alt="" width="492" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Dodge WC-51 da FEB em manutenção. Notar o veículo com a roda traseira apoiada sobre um banco de jardim. Dodge WC-51 do Batalhão de Saúde da FEB. (Crédito da foto: Coleção autor)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O mais comum era o pneu furar, e nunca era consertado, simplesmente numa destas oficinas era substituído por outro novinho, continuando a rodar com e sem correntes nas rodas na seu trabalho em recolher os corpos de seus camaradas levando-os até o cemitério de Pistóia, quando brasileiro, ao de Vada quando americanos e os demais iam para outros cemitérios.</p>
<p>O curioso é que na grade dianteira de sua Dodge havia um capacete alemão  dependurado e nele a inscrição: FINITO&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5913" class="wp-caption aligncenter" style="width: 447px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge08.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5913" title="dodge08" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge08.jpg" alt="" width="437" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe da Dodge do Sargento Geraldo Teixeira Rodrigues e enterro de um soldado brasileiro no cemitério de Pistória. Um dos muitos recolhidos por ele na Campanha da Itália em 1944-45. (Crédito das fotos: Geraldo T. Rodrigues e Coleção do Autor)</p></div>
<div id="attachment_5914" class="wp-caption aligncenter" style="width: 596px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge09.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="size-full wp-image-5914" title="dodge09" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/dodge09.jpg" alt="" width="586" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">WC-51 da FEB com correntes nas rodas enfrentando neve e baixa temperatura e outra WC-51 sendo manutenida em uma oficina improvisada na Itália em 1944-45. (Crédito das fotos: Museu Capitão Pitaluga, Valença, RJ)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Mais tarde após a guerra estes veículos vieram a ser incorporados ao Exército Brasileiro que os usou até o final dos anos 70.</p>
<blockquote><p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" class="broken_link" rel="lightbox[5895]"><img class="alignleft size-full wp-image-1567" title="22px-flag_of_brazil" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" alt="" width="22" height="15" /></a> <img class="alignnone" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-us_flag_48_stars.png" alt="" width="22" height="12" /></p>
<p><strong>Fabricante: Dodge Brothers Corporation </strong></p>
<p><strong>Nome vulgar: Dodge ¾ tonelada </strong></p>
<p><strong>Modelo: WC-51 sem guincho </strong></p>
<p><strong>Classificação: Transporte não especializado </strong></p>
<p><strong>Guarnição e passageiros: 10 </strong></p>
<p><strong>Peso: 2.694kg </strong></p>
<p><strong>Sistema elétrico: 06 volts </strong></p>
<p><strong>Motor: Dodge T214, 76hp, 6 cilindros, gasolina, refrigerado a água. </strong></p>
<p><strong>Capacidade de combustível: 113 litros </strong></p>
<p><strong>Consumo médio: 3,4km/l </strong></p>
<p><strong>Rampa máxima: 54% </strong></p>
<p><strong>Velocidade máxima: 86,8km/h </strong></p>
<p><strong>Raio de ação: 386km </strong></p>
</blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em><strong>Expedito Carlos Stephani Bastos</strong></em><br />
 Pesquisador de Assuntos Militares da Universidade Federal de Juiz de  Fora</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Capitão Alemão Whermarcht 1940</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 18:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hauptmann é a patente do exército alemã equivalente a Capitão. Outros países como a Áustria e a Suíça também utilizam essa nomenclatura. Em 1940 um Hauptmann alemão da Whermarcht traja-se tipicamente com o uniforme e acessórios mostrados abaixo: Capitão alemão (Hauptmann), 1940 01 – Bibico de Oficiais M-38 02 – Capacete de Aço M-35 03 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hauptmann é a patente do exército alemã equivalente a Capitão. Outros países como a Áustria e a Suíça também utilizam essa nomenclatura.</p>
<p>Em 1940 um Hauptmann alemão da Whermarcht traja-se tipicamente com o uniforme e acessórios mostrados abaixo:</p>
<p><br class="spacer_" /><span id="more-5823"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_8gEewSdLE3w/S7YYoE4RbZI/AAAAAAAAD4o/jdrBOQUa3Q4/captaingermany.jpg?imgmax=800" alt="captaingermany.jpg" width="617" height="800" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<blockquote><p><br class="spacer_" /></p>
<p>Capitão alemão (Hauptmann), 1940 <br />
 01 – Bibico de Oficiais M-38 <br />
 02 – Capacete de Aço M-35 <br />
 03 &#8211; Jaqueta M-35 de Oficiais, com guias brancas nas golas <br />
 04 &#8211; Cinto M-34 de oficiais <br />
 05 – Binóculos Zeiss 6&#215;30 <br />
 06 &#8211; Distintivo <br />
 07 &#8211; Bússola <br />
 08 – Porta Mapas M-35 em couro <br />
 09 &#8211; Coldre para Pistola Luger P-08 <br />
 10 &#8211; Luvas de Oficiais <br />
 11 &#8211; Botas <br />
 12 &#8211; Relógio</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/Hauptmann.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5823]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5826" title="_Hauptmann" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/Hauptmann.jpg" alt="" width="357" height="478" /></a></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Soldado Polonês</title>
		<link>http://segundaguerra.org/uniformes-da-segunda-guerra-soldado-polones</link>
		<comments>http://segundaguerra.org/uniformes-da-segunda-guerra-soldado-polones#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://segundaguerra.org/?p=5818</guid>
		<description><![CDATA[Ao contrário do que muitos afirmam a Polônia não possuía um exército desorganizado e extremamente frágil. A Alemanha invadiu a Polônia, é verdade, mas não sem provar a derrota em algumas batalhas. Mesmo com seu país invadido, a Polônia formou um novo governo no Exílio, na França e reorganizou seu exército para combater as forças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos afirmam a Polônia não possuía um exército desorganizado e extremamente frágil. A Alemanha invadiu a Polônia, é verdade, mas não sem provar a derrota em algumas batalhas.</p>
<p>Mesmo com seu país invadido, a Polônia formou um novo governo no Exílio, na França e reorganizou seu exército para combater as forças nazistas.<span id="more-5818"></span></p>
<p>Abaixo temos o uniforme típico de um soldado granadeiro polonês em exercício na França de 1940.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_8gEewSdLE3w/S7CH4BUPpgI/AAAAAAAAD3w/ur_Q3YCvMr4/private.jpg?imgmax=800" alt="private.jpg" width="601" height="579" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<blockquote><p>Soldado da 1ª Divisão de Granadeiros, Exército polonês na França, 1940<br />
 01 &#8211; Boina Modelo de 1919 <br />
 02 – Bibico Francês Modelo 1918 <br />
 03 &#8211; Capacete &#8220;Adrian&#8221; modelo francês de 1915 <br />
 04 – Gorro Polonês &#8220;rogatywka&#8221; <br />
 05 – Pente de Munição<br />
 06 – Munições<br />
 07 &#8211; Correias de Couro<br />
 08 – Porta Munição Modelo de 1916 <br />
 09 – Cinto Principal Modelo 03/14 <br />
 10 – Carabina Berthier 8 mm 1892 <br />
 11 – Casaco de Soldados Modelo 1938 <br />
 12 – Calças Modelo 1922 <br />
 13 &#8211; Máscara de gás com Bolsa de Couro Modelo 1935 <br />
 14 &#8211; Calendário<br />
 15 &#8211; Mochila Modelo 1893 <br />
 16 &#8211; Manta<br />
 17 – Espécie de Porta Treco Modelo 1935 <br />
 18 – Copo Modelo 1935 <br />
 19 – Cantil<br />
 20 – Botas Modelo 1917</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/03/polishprivate.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5819" title="polishprivate" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/03/polishprivate.jpg" alt="" width="440" height="500" /></a></p>
</blockquote>
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		<title>Armas da Segunda Guerra &#8211; Trator M5</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[O ESTRANHO TRATOR M-5 NA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA – 1944/45 Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em 1942, o Exército Brasileiro passou a receber equipamentos motomecanizados,  modernos,  oriundo dos Estados Unidos para equipar dentre outras as unidades de artilharia, dando-lhes uma nova dimensão, seja em termos de mobilidade e capacidade de poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ESTRANHO TRATOR M-5 NA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA – 1944/45</strong></p>
<p>Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em 1942, o Exército Brasileiro passou a receber equipamentos motomecanizados,  modernos,  oriundo dos Estados Unidos para equipar dentre outras as unidades de artilharia, dando-lhes uma nova dimensão, seja em termos de mobilidade e capacidade de poder de fogo.</p>
<p>Com a criação da <strong>Força Expedicionária Brasileira – FEB</strong>, em 1943 e seu envio para o teatro de operações na Itália em 1944/45, coube ao <strong>1º Grupo do 1º Regimento de Artilharia Pesada Curta &#8211; I/1ºRAPC</strong> a primazia na utilização do então moderno<strong> TRATOR M-5</strong> de 13 toneladas e alta velocidade, uma grande novidade entre nós.<span id="more-5600"></span></p>
<div id="attachment_5602" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m5.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5602" title="m5" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m5.jpg" alt="" width="472" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Vista frontal lateral do Trator M-5. Notar sua estranha configuração. (Coleção autor)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Estes tratores eram viaturas militares sobre lagartas para tração pesada, destinada principalmente a rebocar obuseiros de 105 e 155mm e neste caso eles tracionavam as 18 peças de 155mm, sendo uma para cada trator, e todos receberam a matrícula      <strong>FEB 440-C</strong>, que indicava pertencer à <strong>3ª Bateria do IV Grupo do I/1º R.A.P.C.</strong> e o respectivo número do veículo de dois dígitos como 81, 77, 78, 79, 80, etc, e alguns chegaram a possuir nomes como <strong>VERA</strong>, que representava uma forma carinhosa de manter viva a saudade sobre a pessoa amada que aguardava a volta  do combatente ao solo brasileiro.</p>
<div id="attachment_5603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 578px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m52.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5603" title="m52" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m52.jpg" alt="" width="568" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">Vista frontal do Trator M-5 da FEB com capota. Notar as matrículas nos paralamas, as marcações brasileiras e o nome VERA abaixo do parabrisa central.( Coleção: Paulo Márcio Leal de Menezes)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>De aparência estranha se comparado com os outros veículos empregados naquele teatro de operações, ele desenvolvia uma velocidade de 48km/h que podia numa emergência chegar a 56km/h. Dispunha de compartimentos apropriados para pessoal, 9 homens sentados, munições (30 granadas de 155mm), ferramental, sobressalentes e outros equipamentos necessários ao seu uso, podendo ser usado nas configurações aberto e fechado com uma capota de lona que lhe dava um ar mais sóbrio onde ostentava força e robustez.</p>
<div id="attachment_5604" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m53.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5604" title="m53" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m53.jpg" alt="" width="500" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Peça de artilharia de 155mm da 3ª Bateria do IV Grupo do I/1º R.A.P.C. e dois tratores M-5 da FEB. Notar a ausência da capota e as marcações brasileiras nas laterais e traseira dos veículos. Itália 1944/45. (Coleção: Paulo Márcio Leal de Menezes)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Era impulsionado por uma motor a gasolina Continental modelo R 6 572, de seis cilindros em linha, quatro ciclos, refrigerado a água, válvula na cabeça, com dois carburadores e potência máxima de 235 HP. Sua embreagem era do tipo pesada com reduzida de baixa e alta velocidade, acionada a ar comprimido por meio de um pedal de serviço e em situação de emergência, na falta de ar, existia um outro pedal que funcionava mecanicamente. A transmissão era do tipo helicoidal de passe constante, com quatro velocidades à frente e uma a ré, que combinando a transmissão com a redução de embreagem, obtêm-se oito velocidades e duas marchas a ré.</p>
<div id="attachment_5605" class="wp-caption aligncenter" style="width: 485px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m54.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5605" title="m54" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m54.jpg" alt="" width="475" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Vista traseira e lateral. Notar o compartimento central do motor com sua grade de proteção. (Coleção autor)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A versão M-5 era dotada de lagartas de aço T36E6 ou T55E1 com garras integrais, de 24cm de largura, padronizada para carros de combate leves, podendo ainda empregar lagartas de borrachas amovíveis modelo T16, o que lhe proporcionava uma grande mobilidade em terrenos lamacentos e íngremes e boa velocidade em estradas.</p>
<p>Sua aparência ficava ainda mais estranha em razão de existir na sua parte frontal um compartimento onde se alojava um guincho com capacidade de 6,8 toneladas.</p>
<p>Dispunha ainda de controles e conexões para acionar no reboque freios elétricos ou pneumáticos, existindo na sua parte traseira tomadas para ambos os tipos.</p>
<p>Foi um grande avanço para este novo conceito de artilharia que se vislumbrava com a segunda guerra mundial, fator determinante na modernização dos meios até então utilizados no Brasil, quando o mais moderno era a artilharia hipomóvel e auto-rebocável, certo é que eles prestaram um grande apoio às demais unidades da FEB envolvidas nos combates com unidades alemãs e italianas e após a guerra os 18 tratores M-5 foram enviados para o Brasil e incorporados no Exército Brasileiro que já recebia diversos outros iguais e modelos similares que foram empregados com sucesso até os anos 80.</p>
<div id="attachment_5606" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m55.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5606" title="m55" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m55.jpg" alt="" width="500" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Vista frontal lateral do Trator M-5 com capota de lona, o que lhe dá um ar mais estiloso e uma proteção para a tripulação contra as intempéries. (Coleção autor)</p></div>
<div id="attachment_5607" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m56.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="size-full wp-image-5607" title="m56" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/m56.jpg" alt="" width="495" height="565" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do interior do compartimento da tripulação. Notar os bancos laterais e o habitáculo do motorista e as alavancas de direção, na parte frontal. Atrás do banco do motorista está o compartimento de munição 155mm e logo atrás o motor. ( Coleção autor)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<blockquote><p><strong><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="alignleft size-full wp-image-1567" title="22px-flag_of_brazil" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-flag_of_brazil.png" alt="" width="22" height="15" /></a> <a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-us_flag_48_stars.png" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-us_flag_48_stars.png" class="broken_link" rel="lightbox[5600]"><img class="alignleft size-full wp-image-1560" title="usa" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/03/22px-us_flag_48_stars.png" alt="" width="22" height="12" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong>Nome:</strong> Tractor M-5, 13 Ton, High-Speed</p>
<p><strong>Comprimento:</strong> 4,851m</p>
<p><strong>Largura:</strong> 2,540m</p>
<p><strong>Altura total:</strong> 2,642m</p>
<p><strong>Suspensão:</strong> Mola voluta vertical</p>
<p><strong>Peso em ordem de combate:</strong> 12.958kg</p>
<p><strong>Pressão sobre o solo:</strong> 0,502m</p>
<p><strong>Guarnição:</strong> 9 homens</p>
<p><strong>Armamento:</strong> uma metralhadora .50</p>
<p><strong>Motor:</strong> Continental R 6 572, seis cilindros, quatro ciclos, 235HP, a gasolina, refrigerado a água</p>
<p><strong>Sistema elétrico:</strong> 12 volts</p>
<p><strong>Capacidade do tanque de combustível:</strong> 378,6 litros de gasolina de 70/72 a 80 octanas sendo 189,3 em cada um dos dois tanques</p>
<p><strong>Raio de ação:</strong> 240km</p>
<p><strong>Rampa máxima sem reboque:</strong> 72%</p>
<p><strong>Rampa máxima com reboque:</strong> 50%</p>
<p><strong>Vau máximo:</strong> 1,35m</p>
<p><strong>Fosso transponível:</strong> 1,68m</p>
<p><strong>Raio de volta mínima:</strong> 6,10m</p>
<p><strong>Carga máxima de reboque:</strong> 9.205kg</p></blockquote>
<p><em><strong>Expedito Carlos Stephani Bastos</strong></em><br />
Pesquisador de Assuntos Militares da Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
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		<title>Uniformes da Segunda Guerra &#8211; Unteroffizier da Infantaria Alemã</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 23:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uniformes]]></category>

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		<description><![CDATA[Unteroffizier é o posto da infantaria equivalente a cabo do exército alemão. Durante a Segunda Guerra Mundial, um Unteroffizier normalmente comandou um pelotão de 9 ou 10 homens, equivalente a um sargento do exército estadunidense ou um cabo do exército britânico. Abaixo temos o uniforme típico de um Unteroffizier: Unteroffizier da Infantaria Alemã – 1939 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Unteroffizier é o posto da infantaria equivalente a cabo do exército alemão.</p>
<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, um Unteroffizier normalmente comandou um pelotão de 9 ou 10 homens, equivalente a um sargento do exército estadunidense ou um cabo do exército britânico.</p>
<p>Abaixo temos o uniforme típico de um Unteroffizier:<span id="more-5517"></span></p>
<p><img class="pie-img" src="http://lh5.ggpht.com/_8gEewSdLE3w/S4BxN9bl5aI/AAAAAAAADzA/ed-Ze2VA1Z8/Unteroffizier.jpg?imgmax=800" alt="Unteroffizier.jpg" width="598" height="724" /></p>
<blockquote><p>Unteroffizier da Infantaria Alemã – 1939 /1940<br />
01 – Jaqueta de campo M-35 com insígnias Unteroffizier&#8217;s<br />
02 &#8211; capacete de aço M-35<br />
03 &#8211; Blusão camuflado  M-31<br />
04 &#8211; Calças<br />
05 &#8211; Cinto de Couro<br />
06 – Manta anti-gás de mostarda<br />
07 &#8211; Máscara de gás M-38<br />
08 &#8211; Granadas M-24<br />
09 &#8211; Porta munição<br />
10 – Cantil de alumínio M-31<br />
11 &#8211; Botas<br />
12 – Rifle 98k Mauser  7,92 mm<br />
13 &#8211; Baioneta 84/98<br />
14 – Alicate para Cortar Arame</p>
<div id="attachment_5518" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/EngelbertCorbiere.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5517]"><img class="size-full wp-image-5518" title="EngelbertCorbiere" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/EngelbertCorbiere.jpg" alt="" width="300" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Unteroffizier Engelbert Hoppe em 1944</p></div></blockquote>
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