Relato da Segunda Guerra – As Balas Tiveram Pena de Mim

Depoimento do Soldado Véssio Maneli, da 3ª Cia. do 1° Batalhão do Regimento Sampaio. Seu comandante era o Capitão Salvador Gonçalves Mandim (ferido na cabeça nesse dia) e o batalhão comandado pelo Major Olívio Gondim de Uzeda.

Sou natural de Sorocaba, estado de São Paulo, e pertencia à 3ª Cia. do 1° RI. Fui ferido no ataque do dia 29 de novembro de 1944 ao Monte Castello.



Crônicas da Segunda Guerra – Frente Calma

18 de Janeiro de 1945.

Era uma patrulha com três grupos de combate e 10 partigiani. Iam os tenentes Rigueira e Carijó. Pela uma e pouco da noite, a patrulha começou a descer uma encosta, pelo meio de um castanhal. Lá embaixo os homens tiveram de atravessar um rio de margens escarpadas em alguns trechos, seis metros de altura e com a profundidade de meio metro. Esse córrego está gelado. Dali para frente à linha lançava-se só sob a forma de um espigão com declive acentuado. Os homens foram subindo na neve escorregadia, procurando se proteger da vista do inimigo andando atrás dos castanheiros. O terreno tinha algumas dobras que ofereciam proteção contra um fogo que viesse de cima, mas o inimigo poderia muito bem observar a progressão de nossos homens, pois as árvores eram espaçadas. Os soldados subiram ofegantes, o tenente deu ordem a dois grupos de cercarem uma s casinhas que havia no alto do morro.

As casas foram vasculhadas sem que aparecesse nenhum inimigo. Apareceu, porém, um civil italiano, informado que o posto avançado do alemão era ali pertinho, e ele sabia onde era. O tenente Rigueira pediu que ele indicasse o lugar, e, depois de alguma relutância, o paisano foi na frente.



FEB – O Sargento das SS Torcedor do Vasco





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Capitão Walter Vernon (esq.), Gal. Mascarenhas (centro)




Relato da Segunda Guerra – Reconhecer a Casa Amarela

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Benno Armindo Schirmer

Era de tardezinha e o Major de operações do regimento, chamou:



Relato da Segunda Guerra – Ninho de Morteiro

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Coronel Sérgio Gomes Pereira

Meu Capitão Comandante de Companhia era uma figura, vamos dizer, inusitada. Chamava-se João Manoel de Faria Filho. De baixa estatura – Apelidamos ele de “Giovanni Piccolo” (Giovanni, o pequenino) . Porém era um homem de bravura pessoal a toda prova. Em várias ocasiões, quando a presença do Comandante de Companhia não era aguardada, ele aparecia.



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