FEB – Batismo de Fogo – Depoimentos – II
- 29 abril 2009 às 5:48
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O nosso batismo de fogo aconteceu assim: O pelotão recebeu ordem para atingir um determinado ponto. Estávamos nas proximidades de Camaiore, que foi tomada pela 7ª Companhia; 8ª à direita e a 9ª mais à direita ainda, ficamos a esquerda da 9ª.
FEB – Depoimentos – I
- 29 abril 2009 às 5:45
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“A ordem deles era: ‘Não se entregar!’ – ‘O reforço vem! Lutem e esperem!’ Mas “eles” não sabiam – ou se sabiam, ignoravam – que a aviação ‘deles’ não operava mais por ali… A munição ia acabar, a comida ia acabar, o frio castigava, mas “eles” não se entregavam! Os ‘tedescos’ diziam pra eles, que se entregarem para nós, brasileiros, era melhor! Era garantia de sobrevivência! Os estadunidenses ‘passavam fogo’ mesmo!” Então a gente achava que não seria tão ruim… Quando nos disseram, depois de Belvedere, que o pior ainda estava por vir, foi ‘fogo’! E em Belvedere foi talvez pior até! Era fogo pesado em cima, mesmo! Na Montanha de Castelo foram os piores fogos que eu vi na minha vida, mas até lá, já estávamos acostumados! Em Belvedere eu achei que seria a minha última! O Tenente Portela dizia: ‘Eles não vão massificar muito pra cima de nós, pois têm pouca munição! Vão poupar e não vão denunciar a posição! A gente espera aqui e aguarda a ordem de avançar!’ Mentira, rapaz! Eles atiraram uma noite inteira na gente! E o fogo de Artilharia é o Fogo que não se vê… É sorrateiro! Tu só ouves um zunido “Fiiiiiiiiiiiiiiiiii!” e aquele impacto de pata de elefante no chão: “Bommmmmmm!”. Não tem o que fazer! É esperar e rezar.. Pode cair longe, pode cair perto, pode cair e nem estourar… Mas pode cair, estourar e fazer o que fez com o Nilo e o Aquiles!
O Nilo era meu amigo. Não era assim “Amigo-Amigo”, mas era amigo… Uns dias antes de nos deixar, ele recebeu uma carta da noiva e a carta veio vazia! Só o envelope! No outro dia ele desapareceu dentro de uma “toca”! Nem tinha o que fazer com eles! Desapareceram!
FEB – Os Amores dos Pracinhas
- 29 abril 2009 às 5:24
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Não há dúvida que 25000 homens, exilados na Itália durante um ano, devem ter tido suas aventuras amorosas. As condições de guerra, que davam grandes facilidades, detentores que eram de coisas que faltavam em absoluto no meio civil, tais como cigarros, açúcar, café, chocolate, etc.; a posição de vencedores, a rapidez com que aprendiam a língua, a afinidade da raça latina, etc., eram fatores favoráveis às ligações de toda espécie.
FEB – Correspondente de Guerra
- 25 abril 2009 às 10:29
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A Segunda Guerra Mundial foi, sem dúvida, o episódio histórico que teve a maior e mais ampla cobertura dos órgãos de informação: correspondentes de guerra, cinegrafistas, desenhistas, cronistas e escritores participaram e acompanharam todo o conflito, e tudo isso resultou num acervo incalculável de informações escritas e visuais.
Esse setor estava previsto na organização da FEB, só que a seleção e a escolha inicial de quem iriam acompanhar as tropas não coube ao Exército e sim ao DIP – Departamento de Imprensa e Propaganda – órgão do governo que controlava todos os meios de comunicação. Através dele o governo manipulava a opinião pública em favor de seus interesses políticos.
FEB – O Serviço Especial
- 25 abril 2009 às 10:17
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Uma das novidades na organização do moderno exército estadunidense foi o Serviço Especial, incumbido de proporcionar diversões, alegria e bom humor aos soldados. A FEB adotou a inovação e criou também seu Serviço Especial, que foi chefiado pelo Major Reinaldo Ramos Saldanha da Gama, auxiliado pelos Capitães Alcides Boiteux Piaza e Álvaro de La Roque Couto.











