Sabres Polacos contra Tanques Alemães – A Realidade por trás da Invasão da Polônia – Parte II

Assalto

Às 10h00min os alemães começaram um ataque ao flanco norte, mas foram repelidos da maioria das posições com perdas significativas em ambos os lados. Quinze minutos depois, a 4ª Divisão Panzer repetiu o ataque, desta vez com o apoio de artilharia e cobertura aérea. O assalto foi planejado em três direções:

1. Para uma das posições do 19º Regimento e para o norte, a fim de flanquear a brigada
2. Rumo à aldeia de Mokra com cerca de 100 tanques e tanquetes
3. Rumo ao enfraquecido 4º Batalhão do 84º Regimento de Infantaria.



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Sabres Polacos contra Tanques Alemães – A Realidade por trás da Invasão da Polônia – Parte I

É comum lermos que a Polônia foi surpreendida pelos alemães sem que pudessem reagir. Que o país estava sem nenhuma preparação para uma guerra e que a tarefa alemã foi quase que um show ao divertimento de Hitler.

Porém este texto retirado de fontes polonesas narram as particularidades da Batalha de Mokra, uma das vitórias polacas frente ao poderoso exército alemão.  Assim como traz uma luz sobre a passagem que narra a cavalaria se lançando contra tanques alemães.



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Judeus no Exercito Alemão

Os Soldados Judeus de Hitler

O tempo passa e mais e mais estudos trazem novas facetas a respeito da história do Holocausto e do Terceiro Reich. O historiador estadunidense, Bryan Mark Rigg, num estudo que rendeu o livro: Os Soldados Judeus de Hitler – Hitler’s Jewish Soldiers – traz a tona uma realidade espantosa: Mais de 100 mil militares de origem judaica, ou seja, mestiços, combateram nas fileiras do exército alemão.

Na estrada assassina, a “pureza racial”, Hitler encontrou desvios inesperados, em grande parte devido aos seus próprios pontos de vista enlouquecidos e incoerente políticas relativas à identidade judaica. Após séculos de assimilação judaica e casamento na sociedade alemã, ele descobriu que os eliminar judeus do resto da população seria mais difícil do que tinha antecipado.   Como Bryan Mark Rigg mostra neste estudo provocante, nada era mais hediondo nesse processo repleto de contradição e confusão do que o exército alemão.



O Bombardeio Japonês nos Estados Unidos

Em resposta ao bombardeio estadunidense em Tóquio em abril de 1942 pelos B-25 do Tenente-Coronel de Doolittle, o piloto da Marinha Imperial japonesa Nobuo Fujita, elaborou um plano de represália à provocação inimiga, esse plano era um pouco arriscado e um tanto que pitoresco. O plano era bombardear o canal do Panamá.



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A Vida em Tempos de Guerra

O surreal cotidiano da França ocupada

Paris Ocupada-11

Rua de Rivoli com as bandeiras do regime nazista.



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