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	<title>Segunda Guerra.org &#187; Hoje em dia</title>
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	<description>O Maior Acervo sobre a Segunda Guerra Mundial</description>
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		<title>Hitler Morreu na Argentina, diz Livro do Jornalista Abel Basti</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 23:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Adolf Hitler não se suicidou. Exilou-se na Espanha e em seguida encontrou refúgio na Argentina. É isso que afirma o livro do jornalista Abel Basti, que divulga o que diz ser um documento secreto alemão. “O Exílio de Hitler” mostra um documento onde o nome de Adolf Hitler aparece como um dos passageiros do voo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adolf Hitler não se suicidou. Exilou-se na Espanha e em seguida encontrou refúgio na Argentina. É isso que afirma o livro do jornalista Abel Basti, que divulga o que diz ser um documento secreto alemão.</p>
<p>
 <strong>“O Exílio de Hitler” </strong>mostra um documento onde o nome de Adolf Hitler aparece como um dos passageiros do voo Áustria- Barcelona no dia 26 de Abril de 1945.<br />
 A história oficial e é a que todos conhecem, diz que Hitler suicidou-se juntamente com sua esposa, Eva Braun, num bunker em Berlim, dia 30 de Abril de 1945. No entanto, os corpos do casal nunca foram encontrados, dando origem a várias especulações.<span id="more-6023"></span></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/hitler_eva.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6023]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6026" title="hitler_eva" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/hitler_eva.jpg" alt="" width="590" height="392" /></a></p>
<p>Abel Basti, no entanto, afirma que tal história foi inventada para<strong> </strong>proteger Hitler, que era tido como uma peça fundamental na luta contra o comunismo do pós-guerra.</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que, quando acabou a Segunda Guerra Mundial, Hitler fugiu da Alemanha sob um escudo protetor do poder anglo-norte-americanos”, disse o jornalista.</p>
<p>
 O livro ainda faz menção de outro documento, dos<strong> </strong>serviços secretos britânicos<strong>,</strong> que revela que “um comboio de submarinos nazis partiu dias mais tarde de Espanha e, através de uma escala técnica nas ilhas Canárias, continuou a viagem até o sul da Argentina”, com o aval dos Estados  Unidos.</p>
<p>Comida vegetariana e água morna. Seria esta a dieta feita por Adolf Hitler durante os 20 anos que passou na Argentina. Segundo o livro do jornalista argentino Abel Basti, Adolf Hitler fugiu para Mar de la Plata, próximo de Buenos Aires, no fim da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>De acordo com a sua investigação, que já dura há mais de 15 anos, o jornalista afirma que Hitler viajou para a Patagónia juntamente com Eva Braun, num avião pilotado por Werner Baumbach, muito famoso em operações envolvendo os líderes autoritários.</p>
<p>Basti diz ainda que, na Argentina, Hitler &#8220;não realizou nenhuma cirurgia plástica. Simplesmente, aparou o bigode e rapou o cabelo para não ser reconhecido&#8221;.</p>
<p>O Jornalista comenta que conversou com o presidente da Croácia nazi, cujo teria jantado uma noite com Hitler e Eva Braun. O então presidente teria contado-lhe detalhes da conversa, em que os homens conversaram entre si. E as mulheres também.</p>
<p>De acordo com o livro de Abel Basti, Adolf Hitler rumou para a Argentina sob proteção do serviço secreto estadunidense e sob aprovação de Juan Domingo Perón, a fim de conservar as melhores tácticas de guerra alemãs.</p>
<p>O jornalista define assim: &#8220;Não podiam guardar os desenvolvimentos científicos, militares, técnicos só para eles. Era necessário preservar esses ensinamentos&#8221;, refere, acrescentando que, por isso, “assim que teve fim a Segunda Guerra Mundial iniciou a Guerra Fria, que opôs os Estados Unidos à União Soviética”.</p>
<p>
 &#8220;Há um pacote importante de documentos que ainda aguardam a licença da Defesa argentina para serem divulgados&#8221;, refere Basti.</p>
<p>Segundo o livro do jornalista, Hitler morreu na Argentina, na década de 60.</p>
<p>Quando chegou, em 1945, era um &#8220;homem lúcido, sem grandes problemas físicos. Na altura tinha 56 anos&#8221;, conta Abel Basti, segundo os documentos oficiais.</p>
<p>&#8220;O importante neste tipo de trabalhos é confrontara informação documental com os testemunhos&#8221;, explica o jornalista. E foi isso que Basti fez: o acesso a documentos dos serviços secretos e do ministério da Defesa argentino foi cruzado com o depoimento de pessoas que tiveram contato com o ex-ditador enquanto esteve na Argentina. O resultado da investigação está no livro &#8220;O Exílio de Hitler&#8221;, lançado esta semana em Espanha, ainda sem data de lançamento no Brasil.</p>
<p>Se considerarmos que recentemente <a href="http://segundaguerra.org/adolf-hitler-restos-do-seu-cranio-e-mandibula-estao-na-russia" target="_blank">o crânio que se acreditava ser de Hitler é na verdade de uma mulher</a>, essa questão pode dar muita dor de cabeça para os historiadores.</p>
<p>Alguns dizem que viram <a href="http://segundaguerra.org/adolf-hitler-e-tecnico-de-futebol-para-diversas-criancas-inglesas">Hitler treinando um time de futebol</a></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6023]"><img class="aligncenter" title="Hitler" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" alt="" width="331" height="560" /></a></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print&amp;idNota=60766" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print_amp_idNota=60766&amp;referer=');">Fonte da Notícia</a></span></p>
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		<title>Rússia Divulga Documentos do Massacre de Katyn</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 16:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência federal de arquivos da Rússia publicou cópias eletrônicas inéditas de documentos secretos sobre o massacre de Katyn, quando mais de 20 mil polonesesforam executados  pelos soviéticos, durante a Segunda Guerra Mundial. O massacre de Katyn aconteceu em 1940, ordenado por Joseph Stalin. E durante mais de meio século a antiga União Soviética acusou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/CIA_6005.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5947]"><img class="alignleft size-full wp-image-5948" title="CIA_6005" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/CIA_6005.jpg" alt="" width="166" height="237" /></a>A agência federal de arquivos da Rússia publicou cópias eletrônicas inéditas de documentos secretos sobre o massacre de Katyn, quando mais de 20 mil polonesesforam executados  pelos soviéticos, durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>O massacre de Katyn aconteceu em 1940, ordenado por Joseph Stalin. E durante mais de meio século a antiga União Soviética acusou as tropas nazistas pelo crime. As cópias foram publicadas no site do órgão federal por ordem do presidente russo, Dmitri Medvedev.<span id="more-5947"></span></p>
<p> Há sete documentos da chamada “pasta para guardar papéis especiais Nº 1”, apelido dado ao arquivo máximo soviético. O primeiro documento é uma nota do comissário do povo do Interior, Lavrenti Beria, redigido a Stalin, na qual propõem o fuzilamento de mais de 25 mil prisioneiros de guerra poloneses, em sua maior parte, oficiais do Exército.</p>
<p>Datado de 5 de março de 1940 e com um sinal verde de Stalin e de outros membros da cúpula soviética, dita que estes casos devem ser vistos “sem solicitar o comparecimento dos detidos e sem apresentação de acusações”. O documento contém também minutas de um encontro do Politburo, na mesma data, assim como uma nota do chefe da polícia secreta soviética escrita em 1959, discorrendo ao líder soviético Nikita Khrushchev que os arquivos Katyn haviam sido destruídos.</p>
<p> Durante 50 anos, a União Soviética culpou os nazistas, que tomaram a Polônia em 1941, pelo massacre. Essa foi a afirmação oficial do governo até 1990, quando Mikhail Gorbachev assumiu a culpa russa. E tal culpa era conhecida pelos poloneses desde o momento do ocorrido.</p>
<div id="attachment_5950" class="wp-caption aligncenter" style="width: 603px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/katyn.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5947]"><img class="size-full wp-image-5950" title="katyn" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/katyn.jpg" alt="" width="593" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Exumação de vítimas do massacre, em 1943</p></div>
<p>Tragicamente irônico, no dia 10 de abril de 2010, dia em que foram relembrados os 70 anos do massacre, o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu num acidente aéreo quando se dirigia a Katyn. Outras 95 pessoas, incluindo a primeira-dama, Maria, e membros do alto escalão do governo, também pereceram.</p>
<p> A publicação de tais documentos foi um gesto de boa vontade russo para a Polônia, em um caso tido como dos mais trágicos na história do país e que barrou as relações bilaterais por décadas. Ambos os países caminham para uma aproximação desde a tragédia que matou Kaczynski. Contudo, os documentos já eram públicos há muito tempo, tanto na Polônia quanto na Rússia.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/Katyn_massacre_1.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5947]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5952" title="Katyn_massacre_1" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/Katyn_massacre_1.jpg" alt="" width="594" height="358" /></a><br />
 Em contrapartida, diversos documentos ainda continuam como secretos, sob guarda do Estado na Rússia, apesar dos contínuos apelos da Polônia para sua liberação. Dentre eles inclui uma investigação feita na década de 1990 que listaria os nomes daqueles que participaram das execuções. A Rússia rejeita também o pedido da Polônia para que reconheça as vítimas do massacre como vítimas de repressão política.</p>
<p>No cinema o massacre foi relatado pelo ótimo filme: <strong><a href="http://segundaguerra.org/katyn-filme">Katyn</a></strong>, de 2007. Uma produção polonesa dirigida por Andrzej Wajda.</p>
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		<title>Monte Castello &#8211; Uma Página da História Brasileira</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1976, o geólogo italiano Cláudio Avanzato durante suas pesquisas nas localidades de Bombiana, a 60 quilômetros de Bolonha, a nordeste da Itália, buscando descobrir os resquícios de construções antigas ao redor do monte Monte Castello, lançou luzes sobre um território muito importante para os brasileiros que lá combateram durante a Segunda Guerra Mundial. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1976, o geólogo italiano Cláudio Avanzato durante suas pesquisas nas localidades de Bombiana, a 60 quilômetros de Bolonha, a nordeste da Itália, buscando descobrir os resquícios de construções antigas ao redor do monte Monte Castello, lançou luzes sobre um território muito importante para os brasileiros que lá combateram durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/montecastellodivibio.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5522]"><br />
</a><span id="more-5522"></span></p>
<p>No levantamento topográfico, organizou um mapa revelador e acabou por nos conduzir à história daquela localidade que mais tarde seria o baluarte dos alemães, que encastelados na altura do morro, tornaram-se um sério desafio para os aliados e por consequência aos brasileiros.</p>
<p>Nestas cercanias, já destacadas, foi construído o Castello de Leone em 1227, um lugar estratégico muito importante, pois eram controladas as estradas e fronteiras. No interior da fortaleza, existiam os aposentos necessários: uma igreja, uma casa para o podestá (chefe), uma praça, um mercado popular, torres, uma cavalariça, uma cisterna e uma ponte levadiça. Hoje dessas construções resta muito pouco, pontos esparsos sobre o cimo do monte. A parte mais alta do muro tem 1,90m e pequenos fragmentos.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/Batalha-de-Monte-Castello.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5522]"><br />
</a></p>
<p>Após os estudos topográficos que se mostraram instigantes, Avanzato idealizou um projeto que teria o nome de Parque Histórico de Monte Castello. Previa um local muito extenso e abrangeria as comunas italianas vizinhas. Tais caminhos, ainda hoje, estão cobertos pelas trincheiras dos soldados, que serviam de defesa dessas localidades.</p>
<p>Nesse mesmo local, durante a Segunda Guerra Mundial, soldados brasileiros, com milhares de civis, vivenciaram momentos angustiantes provocados pela guerra. O Brasil participou de cinco ataques ao Monte Castello, iniciados em 1944. O último, com a derrota alemã, ocorreu no dia 21 de fevereiro de 1945. A permanência renhida dos alemães no Monte Castello mostrou a importância estratégica desta localidade, defendida como baluarte até o último momento.</p>
<p>Para os brasileiros, a tomada de Monte Castello, em fevereiro de 1945, tem um significado histórico, pois sedimentou a importância de uma tropa inicialmente desacreditada, destinada a servir de reserva ou substituta. Ao chocar-se com a Linha Gótica, tanto a tropa brasileira como a estadunidense foi barrada nessa extensão. Essa era uma linha defensiva que se estendia do Mar Tirreno ao Mar Adriático, com cerca de 250 quilômetros de<br />
extensão, fortemente armada com 23 mil minas schrapnell, dentre outras. O sonho de Cláudio Avanzato não foi em vão. Recentemente, foram criados os Caminhos da Memória, onde as pessoas podem percorrer os caminhos históricos nos trechos demarcados.</p>
<p>Hoje, para o brasileiro que visita a Itália, este seria um itinerário histórico interessante, saindo de Roma ou Milão e passando por Bolonha.</p>
<p>É nosso dever destacar o marco brasileiro nesse local. Em 2001 foi inaugurado o Monumento Liberazione, da grande escultora brasileira Mary Vieira, situado no sopé do Monte Castello.</p>
<div id="attachment_5526" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/monumentoliberation.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5522]"><img class="size-full wp-image-5526" title="monumentoliberation" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/monumentoliberation.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento Liberazione inaugurado em 2001</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Decorridos 64 anos da Tomada de Monte Castello pelos brasileiros, cabe uma reflexão, ainda que tardia: memória que os homens desenterram nasce como desejo indestrutível de reviver o tempo, aquela duração da existência que não é mercadoria nem tem valor de troca, mas penetra e envolve toda uma experiência humana. Tempo denso que está fora e dentro de nós, enquanto história, enquanto memória.</p>
<p><strong>Carmen Lúcia Rigoni</strong> – historiadora &#8211; integra o Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.</p>
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		<title>As Consequências do Projeto Lebensborn na Noruega</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 16:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Criação do Projeto Lebensborn O projeto Lebensborn (Fonte da Vida) foi idealizado por Heinrich Himmler e posto em prática a partir do dia 12 de Dezembro de 1935. O pretensioso projeto tinha como objetivo a criação de uma super-raça, a chamada raça ariana.  Diversas residências secretas foram construídas, onde homens e mulheres “racialmente puros” tinham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><strong>Criação do Projeto Lebensborn</strong></span><em> </em></p>
<div id="attachment_5265" class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><img class="size-full wp-image-5265" title="himler" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/himler.jpg" alt="" width="154" height="218" /><p class="wp-caption-text">Heinrich Himmler - criador do projeto lebensborn</p></div>
<p>O projeto Lebensborn (Fonte da Vida) foi idealizado por Heinrich Himmler e posto em prática a partir do dia 12 de Dezembro de 1935. O pretensioso projeto tinha como objetivo a criação de uma super-raça, a chamada raça ariana.  Diversas residências secretas foram construídas, onde homens e mulheres “racialmente puros” tinham relações sexuais a serviço do governo nazista. As crianças frutos dessas relações eram adotadas e educadas pelo governo.<span id="more-5264"></span></p>
<p>Na Alemanha nazista, o Projeto Lebensborn foi um dos variados programas criados por Heinrich Himmler &#8211; o chefe das SS e arquiteto do holocausto – com o propósito de provar e consolidar a teoria nazista da &#8220;raça pura&#8221; &#8211; a raça ariana. Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, o mundo tomou conhecimento do tal programa que consistia na criação de residências secretas para que homens e mulheres &#8220;racialmente puros&#8221; copulassem. As crianças nascidas dentro do programa eram criadas e educadas pelo Estado alemão, e destinadas a formar o núcleo de uma &#8220;raça forte&#8221;, puramente ariana. Sob a administração da SS, a política do Lebensborn foi instaurada também em outros países europeus, como a Noruega e a Polônia.</p>
<p>O confronto mundial que mobilizou todo o planeta ainda deixa rastros, e alguns, ocultos por décadas nos países envolvidos, aos poucos vem sendo conhecidos. Um desses fatos é a das crianças <em>lebensborn</em> (fonte da vida, em alemão) na Noruega, filhos de militares nazistas com norueguesas nascidos durante o domínio do Terceiro Reich sobre o país escandinavo.</p>
<p>Entre 1940 e 1945, o governo norueguês ficou exilado na Grã-Bretanha e uma administração de Berlim ocupou seu lugar. Os invasores causaram repugna na população e diversos noruegueses participaram da resistência contra os Alemães. A história dos <em>lebensborn</em> noruegueses, porém, ficou esquecida durante décadas, e só voltou superfície graças à coragem de alguns deles, que ousaram desafiar a postura oficial de ignorá-los.</p>
<p>Também conhecidos na Noruega como “krigens bam”, os lebensborn foram uma conseqüência até certo ponto natural da entrada de 500 mil nazistas num país cuja população, em 2007, girava em torno dos 4,6 milhões de habitantes. Porém sua origem se dá em dezembro de 1935, quando a Sociedade Lebensborn foi criada na Alemanha por Heinrich Himmler.</p>
<div id="attachment_5274" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img class="size-full wp-image-5274" title="enfer" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/enfer.jpg" alt="" width="468" height="433" /><p class="wp-caption-text">Enfermeira segurando criança do Projeto Lebensborn</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Os militares eram incentivados a terem mais filhos tanto na pátria quanto nos países ocupados, principalmente na Escandinávia, cujas características genéticas (louros de olhos azuis) eram tidas como arianas clássicas.</p>
<p>O governo de Berlim lhes assegurava que dariam guarda à criança caso o pai não optasse em casar com a mãe ou se já fosse casado na Alemanha. A Sociedade Lebensborn não apenas custeava o parto como fornecia ajuda financeira e objetos como carrinhos e berços. Os frutos dessas relações &#8211; mais de 8 mil indivíduos conhecidos &#8211; seriam, então, uma elite racial.</p>
<p>As norueguesas que se relacionaram amorosamente com nazistas eram mal vistas pela população. O governo do país no exílio também tomou partido contrário, alertando via rádio que &#8220;as coisas se tornariam cada vez mais desagradáveis a elas após os alemães deixarem a Noruega&#8221;. E foi exatamente isso que aconteceu. Terminado o conflito, milhares dessas mulheres tiveram suas cabeças raspadas e foram obrigadas a desfilar pelas ruas sob os gritos de &#8220;prostitutas alemãs&#8221;. Muitas ficaram desempregadas e foram presas ou confinadas, tendo sobre si um trauma que as acompanhou pelo resto da vida.</p>
<p>Logo após o fim da Segunda Guerra, o governo norueguês quis deportar os <em>lebensborn</em> para a Alemanha, porém a miséria que assolava o país fez com que os aliados impedissem a proposta. Outra idéia &#8211; enviá-los para a Austrália &#8211; também não teve sucesso, e o destino dessas crianças foram as instituições para crianças abandonadas, orfanatos ou, pior ainda, hospitais para doentes mentais.</p>
<div id="attachment_5271" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-5271" title="lebensborn300" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/lebensborn300.jpg" alt="" width="300" height="180" /><p class="wp-caption-text">Crianças internadas em hospitais para doentes mentais</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A opinião das autoridades da época era que as mulheres que haviam se relacionado com os soldados nazistas só poderiam ser retardadas mentais, deficiência que também afetaria seus filhos. Na rotina da vida dessas pessoas &#8211; hoje na casa dos 70 anos -, maus-tratos, abusos físicos e mentais foram comuns.</p>
<p>Apenas há alguns anos um grupo de <em>lebensborn</em> procurou a Justiça norueguesa para combater o que considera a cumplicidade do governo do país na sua tragédia. A partir daí o mundo passou a conhecer a trajetória desses “estrageiros” em sua própria terra.</p>
<div id="attachment_5267" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-5267" title="gerd" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/gerd.jpg" alt="" width="150" height="180" /><p class="wp-caption-text">Gerd Fleischer</p></div>
<p>Gerd Fleischer, é uma dessas pessoas frutos do <em>lebensborn</em>, é um exemplo claro do drama. Sua mãe era descendente de lapões &#8211; o povo de origem tártara que habita o norte da Escandinávia -, a SS não permitiu que ela fosse enviada à Alemanha para adoção.</p>
<p>Os primeiros anos de sua infância, com a mãe na vila onde nascera, foram tranqüilos, porém a sua realidade mudou drasticamente com a derrota nazista. Quando a sua mãe se casou com um ex-combatente da resistência local, além das surras e maus-tratos que já sofria na escola, em sua casa começou a ter a mesma sorte.</p>
<p>Gerd fugiu de casa aos 13 anos e viveu diversos anos como sem-teto. Quando tinha 18 anos, saiu do país e apenas retornou 18 anos depois. Nesse período, reconstruiu a vida e encontrou seu pai alemão &#8211; que negou conhecer tanto ela quanto à sua mãe. Gerd o processou e nos tribunais, seu pai biológico assumiu a paternidade.</p>
<p>Ao retornar à Noruega, Gerd levava &#8211; além de dois meninos de rua que adotara no México &#8211; a firme convicção de levar à Justiça casos como o seu. Ela criou uma organização, Seif (abreviatura em inglês de &#8220;Auto-Ajuda para Imigrantes e Refugiados&#8221;) para, segundo ela, &#8220;lutar por justiça para todos&#8221;.</p>
<div id="attachment_5268" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-5268 " title="paul" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/paul.jpg" alt="" width="150" height="180" /><p class="wp-caption-text">Paul Hansen</p></div>
<p>Paul Hansen viveu outra face obscura dessa tragédia. Ele foi confinado num hospital para doentes mentais e, quando saiu de lá, 20 anos depois, já tinha perdido todas as oportunidades de educação normais a uma pessoa de sua idade. Ele fez parte do primeiro grupo de <em>lebensborn</em> a processar o governo norueguês, no início deste século.</p>
<div id="attachment_5269" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-5269" title="leben" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/01/leben.jpg" alt="" width="150" height="180" /><p class="wp-caption-text">Werner Thiermann com a foto de seu pai alemão</p></div>
<p>WERNER THIERMANN nasceu em 1941, oriundo do caso de um sargento nazista com uma funcionária norueguesa da base alemã em Lillehammer. Ele jamais conheceu o pai, transferido para frente russa logo após sua mãe engravidar. Quando a guerra terminou, sua mãe foi confinada e o garoto viveu sua infância em orfanatos e instituições para crianças abandonadas, sofrendo todo tipo de abuso.</p>
<p>O máximo que as ações dos <em>lebensborn</em> conseguiram foi a oferta, para alguns deles, de uma pequena ajuda financeira como compensação. A declaração oficial &#8211; aceita inclusive na Corte Européia de Direitos Humanos em 2007 &#8211; é que tais incidentes aconteceram muitos anos atrás.</p>
<p>A advogada das &#8220;crianças da guerra&#8221;, Randi Spydevold, não esconde se inconformismo: &#8220;Há uma hipocrisia no coração da Noruega, lar do Prêmio Nobel da Paz, um país que se orgulha de resolver conflitos pelo mundo, mas nega reconhecer as suas próprias vítimas da guerra.&#8221;</p>
<p>Os testemunhos dos <em>lebensborn</em> mostram claramente que as marcas de crimes como esses jamais prescrevem numa vida.</p>
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		<title>AHS Centaur, Navio-Hospital Afundado por Japoneses foi Localizado por Mergulhadores</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 13:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma equipe de mergulhadores localizou neste domingo, dia 20 de Dezembro de 2009,  os destroços do navio-hospital AHS Centaur, abatido por torpedos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial,  próximo a costa leste da Austrália. O AHS Centaur foi encontrado a mais de dois quilômetros de profundidade nas águas próximas a Brisbane, capital do Estado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/AHS_Centaur.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4984]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4985" title="AHS_Centaur" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/AHS_Centaur.jpg" alt="" width="450" height="330" /></a>Uma equipe de mergulhadores localizou neste domingo, dia 20 de Dezembro de 2009,  os destroços do navio-hospital AHS Centaur, abatido por torpedos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial,  próximo a costa leste da Austrália.</p>
<p>O AHS Centaur foi encontrado a mais de dois quilômetros de profundidade nas águas próximas a Brisbane, capital do Estado de Queensland. Em duas semanas será enviado ao local um submarino para filmar os destroços.<span id="more-4984"></span></p>
<p>O AHS Centaur, de fabricação escocesa, ganhou os mares em 1924 como navio de passageiros e de carga. Operou numa rota comercial entre Cingapura e Austrália, transportando pessoas, carga e gado.</p>
<p>Em 1943 foi convertido a navio-hospital. Na Madrugada do dia 14 de maio de 1943, em sua segunda viagem como hospital-militar, foi torpedeado e afundado por um submarino japonês.</p>
<p>A maioria dos 332 tripulantes a bordo morreram no ataque, os 64 sobreviventes tiveram de esperar 36 horas antes de serem resgatados.</p>
<p>O ataque gerou grande indignação pública internacional, uma vez que abater instalações hospitalares era considerado crime de guerra.</p>
<p>Os governos brasileiros e britânicos protestaram contra o Japão, e houve esforços para descobrir os responsáveis e julga-los num tribunal de crimes de guerra. Apesar disso, somente na década de 1970 que a identidade do submarino de ataque, <em>I-177</em><em>,</em> tornou-se pública.</p>
<p>O motivo do ataque é desconhecido, e os acontecimentos que envolveram o naufrágio do AHS <em>Centaur</em> são controversos.</p>
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		<title>Placa dos Portões de Auschwitz: Arbeit Macht Frei foi Roubada</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 13:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>
		<category><![CDATA[Auschwitz]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>

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		<description><![CDATA[A famosa placa dos portões de Auschwitz com os dizeres &#8220;Arbeit Macht Frei&#8221; –O trabalho Liberta – foi roubada na madrugada do dia 18 de Dezembro. Fato que provocou revolta aos judeus. A iluminação fraca do local contribui para a ação dos ladrões. A polícia trabalha com a hipótese de que foram ao menos três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/arbeit_macht_frei.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4980]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4979" title="arbeit_macht_frei" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/arbeit_macht_frei.jpg" alt="" width="587" height="379" /></a>A famosa placa dos portões de Auschwitz com os dizeres &#8220;Arbeit Macht Frei&#8221; –O trabalho Liberta – foi roubada na madrugada do dia 18 de Dezembro. Fato que provocou revolta aos judeus.</p>
<p>A iluminação fraca do local contribui para a ação dos ladrões.<span id="more-4980"></span></p>
<p>A polícia trabalha com a hipótese de que foram ao menos três indivíduos que conseguiram a façanha, uma vez que a dificuldade da tarefa elimine a possibilidade de apenas duas pessoas conseguirem executá-la.</p>
<p>A placa foi rapidamente substituída na sexta-feira por uma réplica, feita quando o original foi restaurado anos atrás.</p>
<p>Ainda não há nenhuma informação sobre o roubo, e se é por motivos antissemitas.</p>
<p>A placa &#8220;Arbeit Macht Frei&#8221; foi colocada sob os portões principais do campo por prisioneiros poloneses cerca de seis meses após a abertura deste, em junho de 1940. A letra &#8220;B&#8221; foi colocada de cabeça para baixo num ato oculto de revolta por parte da equipe de prisioneiros.</p>
<p>Após o termino da guerra, a Placa tornou-se famosa e hoje é considerada como um símbolo do sofrimento daqueles que por ali passaram. Calcula-se que 1,1 milhão de pessoas foram mortas em Auschwitz e Bikernau – campo vizinho.</p>
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<p class="pie-img-wrapper"><a href="http://lh5.ggpht.com/_8gEewSdLE3w/SzduFuiH7LI/AAAAAAAABzU/G6lkKWBG2CA/auschwitz-9.jpg?imgmax=800"rel="lightbox[2009-11-0-12-28-17]" ><img class="pie-img" src="http://lh5.ggpht.com/_8gEewSdLE3w/SzduFuiH7LI/AAAAAAAABzU/G6lkKWBG2CA/s72-c/auschwitz-9.jpg" alt="auschwitz-9.jpg" width="72" height="72" /></a></p>
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		<title>Faleceu a Major Elza Cansanção &#8211; A Primeira Mulher a Integrar o Exército Brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 23:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Analice Sauerbronn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[A enfermeira, Elza Cansanção Medeiros, faleceu na terça-feira, dia 08 de dezembro, aos 88 anos. A morte ocorreu por complicações de uma fratura no fêmur ocorrida enquanto a major se recuperava de um acidente vascular cerebral (AVC) que a acometeu no início de 2009. O velório aconteceu ontem, dia 09, no salão nobre do Palácio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4795" class="wp-caption alignleft" style="width: 244px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4819]"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza1.jpg" rel="lightbox[4819]"><img class="alignleft size-full wp-image-4834" title="Major-Elza" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza1.jpg" alt="Major-Elza" width="234" height="312" /></a></a><p class="wp-caption-text">Major Elza - Foto de seu Arquivo Pessoal</p></div>
<p>A enfermeira, Elza Cansanção Medeiros, faleceu na terça-feira, dia 08 de dezembro, aos 88 anos. A morte ocorreu por complicações de uma fratura no fêmur ocorrida enquanto a major se recuperava de um acidente vascular cerebral (AVC) que a acometeu no início de 2009. O velório aconteceu ontem, dia 09, no salão nobre do Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, cidade na qual a major residia. O corpo de Elza foi cremado após o fim da cerimônia.<span id="more-4819"></span></p>
<p>A major Elza, como era conhecida, foi a primeira mulher a integrar a Força Expedicionária Brasileira (FEB), como enfermeira voluntária, tendo apenas 22 anos quando se apresentou ao Exército, em abril de 1943, para combater junto ao corpo expedicionário na Itália na luta contra o nazi-fascismo. Luta essa que durou para os brasileiros que combateram junto ao IV corpo do V Exército Americano, de 1944 a 1945.</p>
<p>Elza, além de major, enfermeira e veterana de guerra, se formou em jornalismo, história das Américas, psicologia, turismo e relações humanas, foi também pintora e escultora premiada. A major teve contribuiu para a historiografia sobre a segunda guerra mundial. Ela é autora de três livros<strong> “</strong><strong><em>1&#8230; 2&#8230; Esquerda&#8230; Direita&#8230; Acertem o Passo</em>”, “<em>E foi assim que a cobra fumou</em>” e “<em>Nas barbas do tedesco</em>”,</strong> todos sobre a participação do Brasil no conflito<strong>. </strong>Atualmente a major trabalhava na produção de um novo título<strong> “<em>Mulheres, alicerce de uma pátria forte</em>”. </strong>A major Elza organizou também um museu sobre a Segunda Guerra, na cidade de Maceió-AL, fundou as revistas “Ex-combatentes”, da Associação de Ex-Combatentes e “O Febiano”, da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira.</p>
<p>Por tantos feitos, a major Elza Cansanção Medeiros é a mulher mais condecorada do Brasil, com mais de 30 medalhas, entre militares e paramilitares. Elza foi a única mulher a receber a medalha<em> “Ancien Combatant du Tatre du Operacion du L’Orope – França”.</em></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>As mulheres no Exército Brasileiro</strong></span></p>
<p>Todas as mulheres a integrarem o corpo de enfermeiras brasileiras durante a segunda guerra foram voluntárias e eram também as primeiras mulheres no Exército Brasileiro. A major Elza Cansanção foi a primeira voluntária, da primeira turma e se formou no curso de enfermeira como a primeira da turma. “As mulheres foram todas voluntárias. Foram feitos quatro cursos aqui no Rio de Janeiro. Eu fui a primeira a me alistar como voluntária e me apresentei em 18 de abril de 1943. Fui a primeira colocada no curso”, explica.</p>
<div id="attachment_4804" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza2.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4819]"><img class="size-full wp-image-4804" title="Major-Elza2" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza2.jpg" alt="Major-Elza2" width="263" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Auto-Retrato</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O treinamento das enfermeiras</strong></span></p>
<p>A preparação das enfermeiras desde o início foi árdua, com muito treinamento e exercício físico. “Os exercícios que fizeram conosco, hoje em dia não são feitos nem por homens por que eram muito perigosos. Os exercícios eram: passagem no poste com 5  metros de altura sem rede, falsa baiana (caminhar em cima de uma corda presa mais alto do que o chão e tendo outra acima da cabeça para segurar), a preguiça pendurada no cabo (que era pendurar-se na corda, como faz a preguiça) e uma série de outros exercícios. Terminado o curso tínhamos na parte da manhã o hospital, treinamento no hospital central do exército até o meio dia, depois íamos pro quartel general. Levávamos uma hora de bonde, tínhamos as aulas teóricas e tivemos até aulas com um professor de francês para trabalhar com os americanos. A eficiência da preparação aqui foi bem precária e ineficiente (pois o francês não teria uso para trabalhar com os estadunideneses). Depois tinha a parte de educação física que era na Fortaleza de São João na parte da tarde. De forma que tínhamos o dia inteiro desde as sete da manhã ocupadas com o treinamento. O treinamento todo durou quatro semanas.”</p>
<div id="attachment_4797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 594px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza3.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4819]"><img class="size-full wp-image-4797" title="Major-Elza3" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza3.jpg" alt="Major-Elza3" width="584" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Coleção de Medalhas da Major - em exposição em sua casa</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O preconceito enfrentado pelas mulheres das Forças Armadas</strong></span></p>
<p>Não bastava às brasileiras mostrar sua competência por meio das notas no curso: era preciso também provar que poderiam se encaixar nos padrões raciais exigidos pelo Exército americano. “Terminado o curso teve também a seleção de cor, pois os americanos não permitiam nem pretas nem mulatas. Tivemos que fazer a seleção das cores, tirar as mulatas e isso foi uma confusão danada! Por que a primeira de turma da segunda turma era preta e não pode ir. Tinham três mulatas disfarçadas, que pra gente não chega nem a ser mulata, pra nós é morena, essas conseguiram ir, mas tiveram que ser devolvidas por que os americanos não permitiam.”</p>
<p>Após a seleção de acordo com os critérios do Exército americano, as enfermeiras brasileiras seguiram viagem para o Teatro de Operações na Itália. “Nós saímos daqui antes da tropa, as cinco primeiras enfermeiras, Carmem Bebiano, Ignácia de Mello Braga, Virginia Portocarreiro, Antonieta Ferreira e eu, saímos daqui antes das tropas, fomos de avião.”</p>
<p>Como eram o primeiro grupo de mulheres a integrarem o Exército Brasileiro, as enfermeiras não tinham uma posição definida e um cargo efetivo. Além de terem de lidar com a falta de organização, lidaram também com o preconceito, a não aceitação de brasileiros em certas cidades italianas, o que gerou problemas de logística. As enfermeiras não eram aceitas nos refeitórios e nos alojamentos de oficiais. Elas não tinham em seus uniformes a estrela de oficial como relata a Major: “Não nos aceitavam nos refeitórios, nem nos alojamentos de oficiais, pois diziam que nós não éramos oficiais porque tínhamos um “tracinho” no braço e não as estrelas de oficial.”</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O cotidiano das enfermeiras na Itália</strong></span></p>
<p>No dia 16 de julho de 1944 começaram os trabalhos em Nápoles, com a chegada das tropas brasileiras na Itália baixaram 300 homens de bordo (do navio transporte) no hospital e estes homens com as mais variadas doenças, como sarampo, catapora, caxumba, coqueluche. Bastava ter um homem doente e o navio era contaminado.</p>
<p>O cotidiano dos atendimentos feitos pelas enfermeiras era bastante árduo. “Nós tínhamos uma equipe de trabalho com horários de trabalho. Nós começávamos a trabalhar às sete horas da manhã até sete da noite, parávamos para almoçar e para jantar, mas era corrido. Quinze dias seguidos depois se dormia uma noite e pegava quinze noites seguidas de sete as sete.” Mas essa rotina relatada não era a única dificuldade enfrentada nos hospitais militares, segundo a Major Elza, “A maior dificuldade foi o idioma, por que o hospital era americano. Nós tínhamos uma sessão brasileira dentro do hospital americano. Portanto se falava o inglês e todo o material era americano. Um material que nós nem conhecíamos por aqui no Brasil. Só que lá tivemos que aprender tudo de novo e isso custou um bom trabalho. Algumas não conseguiram acompanhar de forma que foram devolvidas para o Brasil.”</p>
<div id="attachment_4799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 497px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza4.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4819]"><img class="size-full wp-image-4799" title="Major-Elza4" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza4.jpg" alt="Major-Elza4" width="487" height="620" /></a><p class="wp-caption-text">Busto da Major em Bronze, feita por ela mesma </p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O atendimento mais marcante</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quando perguntada sobre o caso mais surpreendente que chegou às suas mãos, a Major Elza, lembra de um menino alemão: “chegou um garoto de 17 anos, um alemãozinho, chegou com a caixa craniana arrancada, a massa encefálica pra fora, misturada com lama, com água&#8230; Mas estava vivo, você encostava o espelho no nariz, o espelho embaçava, tinha vida. Tem vida a gente dizia ‘Monta em cima! Vamos trabalhar em cima dele!’ E eu consegui lavar a cabeça dele com soro morno, pra ele morrer com as idéias limpas, e quando no dia seguinte a turma do dia resolveu operar e botar o que sobrou pra dentro da cabeça e fechar pra ele morrer com a cabeça fechada. E ele vivendo, vegetando em cima da cama. Eu ainda tive notícias desse rapaz por três meses, ele continuava vegetando. Porque quando caia no hospital era muito difícil de morrer, quando caia nos hospitais grandes. Por que o hospital da frente, o ‘Field Hospital’, para lá eram levados os ‘intransportáveis’, os que não tinham mais esperança de vida nem nada, mas mesmo assim salvaram muita gente.”</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>A visão de uma militar sobre a Força Expedicionária Brasileira</strong></span></p>
<p>Mesmo sendo ligada as forças armadas como enfermeira e ter trabalhado arduamente durante a segunda guerra, a major Elza Cansanção sempre enxergou a mobilização e a desmobilização das tropas de uma maneira crítica, apontando inclusive os erros que foram cometidos.</p>
<p>Com o fim da segunda guerra mundial em 1945, as tropas brasileiras foram enviadas de volta ao Brasil e voltaram à vida civil. Segundo a major, a desmobilização das tropas brasileiras foi a mais absurda possível e analisa o contexto da desmobilização: “O caboclo do interior estava acostumado a usar fragata de couro, a fumar cigarro de palha, a comer jabá com farinha e usar umas camisas de fazenda bem ordinárias. Ele vai pro Exército, lhe dão uma roupa bonita, um sapato brilhando, engraxado, passa a fumar ‘Chesterfield’, ‘Camel’ e a única coisa que ensinaram foi matar. A guerra termina, ‘tchau, vai embora para casa’. Não houve nenhuma preparação psicológica para a desmobilização. Então, o que aconteceu é que nós tivemos uma quantidade de falhas. Aquelas pessoas que não tinham capacidade pra fazer nada, não sabiam fazer nada mais do que aquilo, trabalhar no campo ou então, usar a arma. Não houve preparação nenhuma. Soltaram ele na rua. E enquanto o dinheiro da reserva que ficou aqui no Brasil todo mundo queria ouvir as histórias, quando o dinheiro acabou, eles viraram uns chatos que repetiam as mesmas coisas, ficaram isolados.”</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O descaso com os veteranos de guerra</strong></span></p>
<div id="attachment_4801" class="wp-caption alignleft" style="width: 161px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza51.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4819]"><img class="size-full wp-image-4801" title="Major-Elza5" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/Major-Elza51.jpg" alt="Major-Elza5" width="151" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Major Elza - Arquivo Pessoal</p></div>
<p>A major sempre ressaltou o fato de existir uma espécie de descaso com a história dos combatentes. “Até hoje tem gente que fala: ‘Pelo simples fato de ter ido à guerra acha que tem direito as coisas’”.</p>
<p>Muitos problemas surgiram a partir da participação na guerra. “A quantidade de neuróticos que nós tivemos foi muito grande. Porque você não sabe o que é ficar&#8230; Eu estou aqui, ali fora tem um bombardeio. Você não sabe se a bomba vai cair aqui em cima ou se não vai. Só essa tensão acaba com os nervos da gente. Todos nós veteranos somos neuróticos, o que disser que não é está em pior estado. Em maior ou menos grau, mas sempre tem uma neurose. Nós tínhamos soldados que não podiam ouvir o estampido de um carro que se jogava no chão porque tinha a sensação de que era bomba explodindo. Até pouco tempo, ainda tem muita gente aí completamente fora do ar. E, eu mesma sou neurótica, tenho a minha neurose. Não posso falar da guerra que eu começo a chorar. É muito difícil eu me controlar pra conversar assim. Porque a neurose se exacerba.”</p>
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		<title>Adolf Hitler: Restos do seu Crânio e Mandíbula estão na Rússia</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 12:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os restos mortais de Adolf Hitler foram destruídos na União Soviética, mas fragmentos do crânio e da mandíbula foram guardados, de acordo com o Serviço Federal de Segurança russo (FSB, ex-KGB). O chefe do Arquivo do FSB, Yuri Jristoforov, declarou que no dia 13 de março de 1970, o presidente da KGB, Yuri Andropov, solicitou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/cranio.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4774]"><img class="alignleft size-full wp-image-4775" title="cranio" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/12/cranio.jpg" alt="cranio" width="320" height="213" /></a>Os restos mortais de Adolf Hitler foram destruídos na União Soviética, mas fragmentos do crânio e da mandíbula foram guardados, de acordo com o Serviço Federal de Segurança russo (FSB, ex-KGB).</p>
<p>O chefe do Arquivo do FSB, Yuri Jristoforov, declarou que no dia 13 de março de 1970, o presidente da KGB, Yuri Andropov, solicitou ao comitê executivo comunista autorização para destruir os restos de Hitler e de outras pessoas enterradas no dia 21 de fevereiro de 1946, em local secreto numa base militar soviética na Alemanha.<span id="more-4774"></span></p>
<p>Localizada na Rua Westendstrasse, número 36, na cidade de Magdeburgo, estavam sepultados os restos de Hitler, de Eva Braun, de Joseph Goebbels e a família deste.</p>
<p>Após serem localizados pelas tropas soviéticas em maio de 1945 e estudados pelos serviços secretos, os restos de Hitler, Braun e os Goebbels permaneceram temporariamente enterrados desde junho do mesmo ano numa floresta próxima a cidade alemã de Rathenow.</p>
<p>A intenção de Andropov era com a destruição dos restos mortais, evitar um local de peregrinação dos simpatizantes de Hitler, caso a sepultura fosse localizada.<br />
A exumação e destruição aconteceram no dia 4 de abril de 1970. Os restos mortais de Hitler e companhia foram queimados numa fogueira num descampado a 11 km de Magdeburgo. O que sobrou, após a queima, foi esmiuçado com o carvão até se tornarem cinzas, e então recolhidas e jogadas no rio Biederitz.</p>
<p>Porém, a mandíbula e fragmentos do crânio de Hitler foram mantidos e permanecem no Arquivo da FSB.</p>
<p>O chefe do arquivo da FSB foi questionado quanto às dúvidas levantadas por cientistas da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, sobre que o Crânio seria de uma mulher e não de Hitler. E como resposta o historiador russo deixou claro que os tais cientistas jamais tiveram autorização para investigar as amostras em poder do FSB.</p>
<p>“Investigadores norte-americanos não apresentaram nenhuma solicitação com relação ao Arquivo central do FSB&#8221;.</p>
<p>Segundo Jristoforov, em 2002, o FSB permitiu um canal de TV estadunidense filmar os documentos sobre a morte de Hitler para um documentário. Assim como, permitiu um médico legista, também dos Estados Unidos, investigar o material ósseo, e o resultado da análise deu positiva quanto a autenticidade, ou seja, o crânio e a mandíbula eram de Adolf Hitler.</p>
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		<title>Alemanha Reconhece Recorde de 1936 Batido por Atleta Judia</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1936 uma atleta judia bateu o recorde alemão de salto em altura, porem foi impedida de participar das Olimpíadas pelos nazistas. Pouco mais de sete décadas depois, finalmente a Federação Alemã de Atletismo – DLV &#8211; reconheceu o feito. Exatamente no dia 30 de junho de 1936, Gretel Bergman, então com seus 22 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1936 uma atleta judia bateu o recorde alemão de salto em altura, porem foi impedida de participar das Olimpíadas pelos nazistas. Pouco mais de sete décadas depois, finalmente a Federação Alemã de Atletismo – DLV &#8211; reconheceu o feito.</p>
<p style="text-align: left;">Exatamente no dia 30 de junho de 1936, Gretel Bergman, então com seus 22 anos, superou a marca anterior que era de 1.60 metros, e estabeleceu um novo recorde na Alemanha. No entanto a governo da época decretou que seu desempenho era insuficiente e não reconheceu o recorde.<span id="more-4661"></span></p>
<div id="attachment_4662" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/gretel_bergmann.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4661]"><img class="size-full wp-image-4662 " title="gretel_bergmann" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/gretel_bergmann.jpg" alt="gretel_bergmann" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Gretel em 1931</p></div>
<p style="text-align: left;">Em seu lugar, Gretel, viu ir aos Jogos Olímpicos de Berlim a rival Dora Ratjen – que curiosamente, mais tarde descobriu-se que era um homem. Desde 1937, Gretel vive nos Estados unidos com o marido, sob o nome de Margaret Lambert. Atualmente com 95 anos.</p>
<p>Gretel Bergmann encerrou sua carreira no atletismo em 1939.</p>
<p>A federação alemã enviará uma carta comunicando o reconhecimento à Gretel.</p>
<p>O presidente da entidade declarou: &#8220;A campeã chegou a ser selecionada para os Jogos Olímpicos de Berlim, porém como era judia, o governo nazista não só boicotou a ida da atleta como negou reconhecer o recorde&#8221;.</p>
<p>Ironicamente quem venceu a final olímpica foi uma húngara judia com a marca de 1.60cm.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/gretel.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4661]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4663" title="gretel" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/gretel.jpg" alt="gretel" width="246" height="453" /></a></p>
<p>E o reconhecimento formal somente ocorreu devido ao filme “Berlim 36” que estreou na Alemanha, uma adaptação cinematográfica da vida de Gretel Bergmann. Fato que se tornou inevitável à discussão dentro da federação alemã sobre o paradeiro da ex-atleta, assim como o reconhecimento do recorde.</p>
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		<title>Adolf Hitler é Técnico de Futebol para Diversas Crianças Inglesas</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma em cada 20 crianças do Reino Unido pensam que Adolf Hitler foi um técnico de futebol alemão! Tamanha discrepância foi mostrada numa pesquisa realizada por uma fundação de amparo a veteranos de guerra. Participaram da pesquisa duas mil crianças entre 9 e 15 anos de idade, e foram questionadas sobre eventos relacionados às duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada 20 crianças do Reino Unido pensam que Adolf Hitler foi um técnico de futebol alemão! Tamanha discrepância foi mostrada numa pesquisa realizada por uma fundação de amparo a veteranos de guerra.</p>
<p>Participaram da pesquisa duas mil crianças entre 9 e 15 anos de idade, e foram questionadas sobre eventos relacionados às duas Guerras Mundiais.<span id="more-4367"></span></p>
<p>Uma a cada seis crianças entrevistadas disseram achar que Os campos de concentração  de Auschwitz, na Polônia, fosse um parque temático sobre a Segunda Guerra. E piorando ainda mais a situação, uma em cada 20 pensava que o Holocausto foi uma celebração para comemorar o fim da Guerra.</p>
<p>Diversas crianças também desconheciam que o termo “Dia-D” servia de referência ao inicio da libertação da Europa por parte dos Aliados, com os desembarques na Normandia.</p>
<p>Seria cômico se não fosse trágico.</p>
<p>Como é muito dificil imaginar Adolf Hitler Técnico de futebol, a equipe do Segunda Guerra.org, resolveu facilitar essa tarefa:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4367]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4374" title="hitlertecnico" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" alt="hitlertecnico" width="331" height="560" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.destak.pt/artigo/45080" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.destak.pt/artigo/45080?referer=');">Fonte da Noticia</a></span></p>
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