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	<title>Segunda Guerra.org &#187; Livros e Revistas</title>
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	<description>O Maior Acervo sobre a Segunda Guerra Mundial</description>
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		<title>Livros da Segunda Guerra &#8211; A LUTA DOS PRACINHAS &#8211; A Força Expedicionária Brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 16:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A LUTA DOS PRACINHAS &#8211; Joel Silveira &#38; Thassilo Mitke Em &#8220;A Luta dos Pracinhas&#8221; os autores Joel Silveira e Thassilo Mitke relatam com minuciosos detalhes o que foi o heroico desempenho de nossa Força Expedicionária Brasileira. Neste livro há o relato do que aconteceu desde a declaração de guerra do Brasil ao eixo, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><strong>A LUTA DOS PRACINHAS &#8211; Joel Silveira &amp; Thassilo Mitke<br />
 </strong></span></p>
<p>Em &#8220;A Luta dos Pracinhas&#8221; os autores Joel Silveira e Thassilo Mitke relatam com minuciosos detalhes o que foi o heroico desempenho de nossa Força Expedicionária Brasileira.</p>
<div id="attachment_6228" class="wp-caption aligncenter" style="width: 190px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/capa-1&Acirc;&ordm;-edi&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6224]"><img class="size-full wp-image-6228" title="capa 1º edição" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/capa-1º-edição.jpg" alt="" width="180" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da 1ª Edição</p></div><span id="more-6224"></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Neste livro há o relato do que aconteceu desde a declaração de guerra do Brasil ao eixo, até a rendição alemã em Fornovo.</p>
<p>Algumas histórias ganham destaque devido à minúcia dos detalhes que nos permite imaginar o campo de batalha tal como foi.</p>
<p>“Não Vá Além Daquele Poste”. – Pág 55.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<blockquote><p>Sinto alguma coisa estremecer dentro quando o Capitão Ernani Ayrosa da Silva (poucos dias depois ele seria grave­mente ferido) me segura pelo braço e me diz:</p>
<p>— Cuidado. Não vá além daquele poste. O terreno está todo mi­nado.</p>
<p>Volto mais uma vez ao posto mais avançado da FEB. No termó­metro manual do Capitão Ayrosa vem indicado que aqui fora já está fazendo nove graus abaixo de zero, o que significa dizer que a noite vai ser polar. A cortina de fumaça nos protege, grossa e acre, e por causa dela é impossível divisar qualquer coisa um metro além. A linha inimiga a nossa frente, onde os alemães estão vigilantes em seus pos­tos igualmente avançados e protegidos em suas trincheiras e casama­tas, é apenas uma parede cinzenta. <em>Sentimos </em>que eles estão ali, mas não os vemos, e muito menos suas trincheiras. Quando deixamos de falar — ou de sussurrar, porque qualquer som na acústica destas mon­tanhas soa como um toque de corneta — o silêncio volta pesado e va­zio. Um silêncio que esconde ameaças e armadilhas. O Capitão Ay­rosa me diz:</p>
<p>— Estamos a menos de meio quilometro dos alemães.</p>
</blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Outra historia emocionante aparece na pág. 83, onde Joel narra a patrulha onde o Sgt. Max Wolf Junior foi atingido mortalmente, fato também citado na pag. 163 por Thassilo, na segunda parte do livro, que além de textos, inclui diversas imagens.</p>
<p>Outro destaque está na pag. 178/179. <em>“A Rendição Nazista</em>&#8220;, cujo nome já faz jus do quão interessante é.</p>
<p>Após a leitura de &#8220;A Luta dos Pracinhas&#8221; ninguém mais poderá ter duvidas sobre o papel do Brasil na Segunda Guerra Mundial.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Apresentação do livro por Rubem Braga</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<blockquote><p><strong>Um Livro Honesto</strong></p>
<p>Valeria a pena, a esta altura dos acontecimentos, publicar mais um livro sobre a FEB? Quase 40 anos se passaram desde que a primeira tropa embarcou para a Itália. E sempre houve, no correr desses anos, quem nos perguntasse, aos velhos corresponden­tes de guerra:</p>
<p>— Mas o pessoal do Brasil entrou mesmo na guerra?</p>
<p>— É verdade que a guerra para os brasileiros foi uma passeata paga pêlos americanos?</p>
<p>— Aquilo lá era uma farra formidável, não era?</p>
<p>Respondemos pacientemente: <br />
 1) o pessoal entrou mesmo na guerra;<br />
 2) não foi passeata, e tudo que os americanos pagaram eles receberam de volta;<br />
 3) não.</p>
<p>O Brasil fez a guerra com um contingente modesto e mal treina­do, mas fez a guerra dura e dignamente. O nosso soldado não é &#8220;o melhor do mundo&#8221;, mas, de um modo geral, se portou bem e mostrou capacidade de adaptação. Não fomos nós que decidimos a guerra, mas contribuímos, ainda que modestamente, para a vitória.</p>
<p>Lendo este livro de Joel Silveira e Thassilo Mitke vocês sentirão essas coisas e poderão ter uma noção geral da campanha; e, além disso, uma impressão viva e humana de muitos momentos, enriquecida pela melhor coleção de fotos até hoje publicada sobre a expedição.</p>
<p>O que lhes posso dizer é que é um livro honesto. Quando Joel e, mais tarde, Mitke chegaram à Itália, já estávamos lá Raul Brandão, Egydio Squeff e eu. Ficamos todos até o fim. O trabalho do corres­pondente é penoso, e sujeito a muitas restrições; umas, obrigatórias, como a censura militar, para evitar que se publique qualquer coisa que possa ser útil ao inimigo; outras, admissíveis, como as que afetariam a divulgação de fatos que possam deprimir a opinião e prejudicar o esforço nacional. Em tempo de guerra já é muito não se mentir; di­zer qualquer verdade é impensável.</p>
<p>Juntemos a isso que para nós, brasileiros, além da censura mili­tar, havia a censura política de uma ditadura que só com um grande constrangimento acedera em guerrear o fascismo e o nazismo. Basta dizer que nenhum jornal pôde mandar correspondente com o l.° esca­lão de embarque, em 2 de julho de 1944; só a 22 de setembro, como os correspondentes oficiais não se deram bem com o Comando, (foram mandados de volta) abriram-se as primeiras exceções.</p>
<p>Já se escreveram livros críticos sobre a Campanha; os mais co­nhecidos são os do General Floriano de Lima Brayner e o de um grupo de oficiais da reserva; o que não se fez ainda foi uma história desapaixonada e equilibrada dessa aventura. Quem a fizer enfrentará uma série de questões delicadas, não só do ponto de vista militar como do político. A primeira coisa a questionar seria a conveniência do envio de tropa naquelas circunstâncias. Mas o próprio funciona­mento de uma força multinacional apresenta problemas dentro de cada Corpo, dentro de cada Exército. No caso da Itália, não éramos apenas <em>uma </em>Divisão do V Exército, éramos também <em>a </em>Divisão Brasi­leira na Guerra. Sempre ouvi dizer (e nunca apurei isso) que os portu­gueses perderam a Primeira Grande Guerra, que seus Aliados ganha­ram; o mesmo poderia ter acontecido ao Brasil na Segunda. Seria pelo menos duvidosa a nossa sorte se os alemães tivessem resolvido des­fechar no vale do Reno a ação que empreenderam na extremidade ocidental da Frente, por ocasião da contraofensiva das Ardenas. Pelo menos uma boa parte de nossa tropa teria de se retirar com difi­culdade ao longo da estrada 64, e não seria impossível que outra parte fosse ali cercada.</p>
<p>Deixemos, porém, essas imaginações infelizes. Houve, certa­mente, como em toda a guerra, muitos erros, mas acredito que, de um modo geral, o Exército pode se orgulhar do Comando da Campanha e de seus quadros; e, nós todos, da atuação dos jovens soldados filhos do povo do Brasil.</p>
<p>Nem Joel nem Mitke discutem estas coisas neste livro; é possível que eu o faça, depois de entrevistar algumas autoridades, em apên­dice a meu livro de &#8220;Crónicas de Guerra&#8221; que pretendo reeditar aqui na Record. O grande valor do trabalho dos dois autores está no equilí­brio entre a narração objetiva e factual da guerra e o registro colorido e emocional daqueles dias já tão antigos.</p>
</blockquote>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Os Correspondentes de Guerra Junto à FEB</strong></span></p>
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<p><div id="attachment_6226" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/correspondentes-feb.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6224]"><img class="size-full wp-image-6226" title="correspondentes-feb" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/correspondentes-feb.jpg" alt="" width="600" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">A fotografia mostra os correspondentes de guerra que alua­ram junto à Forca Expedicionária Brasileira. Hm pé, da esquerda para a direita: Rubem Braga, do Diário Carioca; Frank Norall, da Coordenação de Assuntos Interamericanos; Thassilo Mitke, da Agência Nacional; Henry Bagley, da Associated Press; Raul Bran­dão, do Correio da Manhã, e Horácio Gusmão Coelho, fotógrafo da FEB. Ajoelhados: Allan Fisher (autor da foto), fotógrafo da Coorde­nação de Assuntos Interamericanos, Egydio Squeff, de O Globo, e Fernando Stamato, cinegrafista. Sentado: Joel Silveira, dos Diários Associados.</p></div>
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<div id="attachment_6230" class="wp-caption aligncenter" style="width: 212px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/a-luta-dos-pracinhas.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6224]"><img class="size-full wp-image-6230" title="a-luta-dos-pracinhas" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/a-luta-dos-pracinhas.jpg" alt="" width="202" height="304" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da 3ª Edição</p></div>
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<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A LUTA DOS PRACINHAS<br />
 JOEL SILVEIRA / THASSILO MITKE<br />
 EDITORA RECORD, 3ª EDIÇÃO 1993<br />
 287 PAGINAS</p>
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		<title>Livros da Segunda Guerra &#8211; 35 ANOS DEPOIS DA GUERRA &#8211; AGOSTINHO JOSÉ RODRIGUES</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[35 ANOS DEPOIS DA GUERRA &#8211; AGOSTINHO JOSÉ RODRIGUES Nesse livro de Agostinho José Rodrigues retorna à Itália junto com seu sobrinho Laertes, 35 anos depois da campanha da FEB. Agostinho foi Tenente na Segunda Guerra Mundial e serviu nas fileiras da FEB em dois batalhões. Guiado por um motorista italiano chamado Bruno, Agostinho percorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong>35 ANOS DEPOIS DA GUERRA &#8211; AGOSTINHO JOSÉ RODRIGUES</strong></span></p>
<p>Nesse livro de Agostinho José Rodrigues retorna à Itália junto com seu sobrinho Laertes, 35 anos depois da campanha da FEB. Agostinho foi Tenente na Segunda Guerra Mundial e serviu nas fileiras da FEB em dois batalhões.</p>
<p>Guiado por um motorista italiano chamado Bruno, Agostinho percorre a Itália e vai relembrando os momentos que passou e revendo pessoas conhecidas da época da guerra.<a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/Capa.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6199]"><img class="size-full wp-image-6204 aligncenter" title="Capa" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/Capa.jpg" alt="" width="202" height="271" /></a><span id="more-6199"></span></p>
<p>Mais um livro magnífico sobre a nossa FEB escrito por Agostinho José, um dos grandes escritores que retrataram a Campanha Brasileira na Segunda Guerra.</p>
<p>Recomendo esse livro os que apreciam relatos de guerra e a todos entusiastas da Segunda Guerra e da história geral. Indispensável em qualquer estante.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra011.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6199]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6212" title="35-anos-depois-da-guerra01" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra011.jpg" alt="" width="600" height="468" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>SUMARIO</strong></span></p>
<p>I – Porretta Terme<br />
 II – Silla<br />
 III – Livornetto<br />
 IV – Il Palazzo<br />
 V – Gaggio Montano<br />
 VI – Guanella<br />
 VII – Montilocco<br />
 VIII – Capela di Ronchidos<br />
 IX – Vale do Reno<br />
 X – Vale do Marano<br />
 XI – Vale do Serchio<br />
 XII – No Grande Vale</p>
<h2><span style="font-size: large;"><strong>PREFÁCIO</strong></span></h2>
<p>Se há um livro que não necessite de prefácio é este que se vai ler, e do qual, em verdade, constituem prefácios eloquentes os dois volumes anteriormente escritos pelo autor «Se­gundo Pelotão, 8° Companhia» e «Terceiro Batalhão — O Lapa Azul» — ambos inspirados pelos Campos de Batalha da Itália, no curso da Segunda Guerra Mundial, os campos tão áspera e heroicamente palmilhados pelos integrantes da Força Expedi­cionária Brasileira, a FEB.</p>
<p>Desde a antiguidade, têm sido as guerras fontes de inspi­ração para autores que, imortalizando-as, também ganharam as páginas da História, projetando-se através do tempo. As Guer­ras Pérsicas perpetuaram o nome de Herodoto, do mesmo modo que Tucidides se tornaria inseparável das Guerras do Pelopo- neso. E, como esquecer a «Retirada dos Dez Mil», tão emocio­nante nas páginas de Zenofonte? Também o Brasil não haveria de fugir à tradição. Ao Visconde de Taunay caberia transmitir à posteridade os feitos gloriosos da «Retirada da Laguna». Dio- nísio Cerqueira deixar-nos-ia as «Reminiscências da Campanha do Paraguai». E, maior que todos, Euclides da Cunha gravaria num livro imortal — «Os Sertões», a epopeia da Guerra de Ca­nudos.</p>
<p>Igualmente admiráveis são os «Poemas Ingleses de Guerra», nas extraordinárias traduções de Abgar Renault, e das quais retiro estes emocionantes versos de W. J. Brown:</p>
<p>PELOS MORTOS</p>
<p>Louvar aos mortos,</p>
<p>reverência aos que souberam</p>
<p>o quanto a vida é boa</p>
<p>e, sabendo-o, morreram;</p>
<p>que amor, lar e amizade não tiveram,</p>
<p>salvo os sagrados pelo sacrifício.</p>
<p>Louvai os mortos felizes, aplaudi o valor dos que acharam na terra causa por que morrer. Lágrimas pelos mortos. Nunca mais voltarão</p>
<p>a caminho nenhum, nem a nenhuma porta. Alongam-se em vão muitos maternos braços esfomeados. Para sempre sozinhas as noivas ficarão.</p>
<p>Natural, portanto, tivessem os seus cronistas a gloriosa par­ticipação dos «pracinhas» brasileiros nas lutas travadas na Itália em favor da Liberdade. De maneira expressiva e austera vemo-la em boa parte nas “Memórias” do Marechal Mascarenhas de Moraes, o bravo e ilustre Comandante dos nossos ex­pedicionários. Antecede-as um vigoroso&#8217; prefácio do General Carlos de Meira Mattos, também ele integrante da FEB, &gt;e que nos prepara para o melhor conhecimento do glorioso roteiro que se desenrolaria, desde as primeiras missões, no Vale do Serchio, os revezes e as sucessivas vitórias de Monte Castelo, Castel-nuovo, Montese, Collechio e Fornovo.<br />
 <a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra02.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6199]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6214" title="35-anos-depois-da-guerra02" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra02.jpg" alt="" width="597" height="470" /></a></p>
<p>Agostinho José Rodrigues não é historiador de batalhas. Mas, de certo modo, ele é mais do que isso: — é o narrador lú­cido e simples; humano e sensível dos aparentemente pequenos, mas sublimes, feitos individuais frequentemente sem testemu­nhas, e por isso mesmo não raro destinados a se perderem no anonimato e no esquecimento. Atos de bravura que o autor faz reviverem, inscrevendo-os, de maneira indelével, nas páginas da história dos nossos pracinhas. Se muitos são os oficiais que, por justiça, perpassam as lembranças do memorialista, ainda mais numerosos são os soldados, cabos e sargentos, tantos deles mor­tos, e cuja bravura, envolta na dignidade de um sacrifício tranquilo e admirável, nos enche de entusiasmo e reconhecimento. Não sendo o historiador das batalhas, é ele o historiador dos anônimos: missão sem igual para o escritor, testemunha das do­res e dos sacrifícios da Guerra.</p>
<p>Volvidas mais de três décadas após o fim da epopeia que incendiou o mundo e esteve prestes a mudar o curso da Liber­dade, Agostinho José Rodrigues tornou aos mesmos lugares da Itália, que vira sacudidos pelos horrores da luta e da morte, e agora tranquilos e belos sob o manto da Paz. E foi sob a sere­nidade desses dias pacíficos que, ainda uma vez, a imagina­ção do soldado evocou o passado vivido entre heróis e idealis­tas. Em cada página, em cada linha, em cada diálogo ou narra­tiva sente-se a emoção do autor, ao recordar os camaradas de cuja ação destemida teceu-se a glória de que o Brasil sempre se orgulhará.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra03.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6199]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6216" title="35-anos-depois-da-guerra03" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/07/35-anos-depois-da-guerra03.jpg" alt="" width="600" height="471" /></a></p>
<p>Agradeçamos, pois, a esse historiador dos anônimos haver gravado, em páginas tão vivas e tão simples, feitos que o Bra­sil não esquecerá, evocando os heróis e “as coisas simples pelas quais os homens morrem”.</p>
<p>LUIZ VIANA FILHO</p>
<p>Brasília, março de 1981.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong> 35 Anos Depois da Guerra</strong></span></p>
<p><strong>Autor: Agostinho Jose rodrigues</strong></p>
<p><strong>Editora: imprensa oficial do estado (parana)</strong></p>
<p><strong>Ano: 1981</strong></p>
<p><strong>Paginas: 186 </strong></p>
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		<title>Site Segunda Guerra.org é referência sobre Segunda Guerra Mundial em revista.</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 18:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Conhecer Fantástico publicada pela On Line Editora citou em sua última edição o Segunda Guerra.org como site referência na internet sobre o assunto Segunda Guerra Mundial. A Revista Conhecer Fantástico é publicada em edições especiais tratando de um tema específico em cada edição. Desta vez o tema escolhido foi Campos de Concentração. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Conhecer Fantástico publicada pela<a rel="nofollow" href="http://loja.revistaonline.com.br/online/vitrines/destaques/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/loja.revistaonline.com.br/online/vitrines/destaques/?referer=');"> On Line Editora</a> citou em sua última edição o Segunda Guerra.org como site referência na internet sobre o assunto Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A Revista <a rel="nofollow" href="http://loja.revistaonline.com.br/online/vitrines/app/BuscaProduto.asp?txtBusca=conhecer%20fantastico" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/loja.revistaonline.com.br/online/vitrines/app/BuscaProduto.asp?txtBusca=conhecer_20fantastico&amp;referer=');"><strong>Conhecer Fantástico</strong></a> é publicada em edições especiais tratando de um tema específico em cada edição. Desta vez o tema escolhido foi Campos de Concentração. A Edição 47, não apenas trata dos Campos nazistas, mas de todos os campos, como os da Rússia, Inglaterra, China, Estados Unidos, Coréia do Norte, Japão e até mesmo o Brasil.<span id="more-6047"></span></p>
<p>O Enunciado principal diz: <strong>Campos de Concentração – Uma mancha escondida na História mundial.</strong></p>
<blockquote><p>“Ao Contrário do que a maioria pensa, os campos de concentração e de trabalho forçado não foram invenção da mente doentia de Adolf Hitler. Muito antes do advento do Terceiro Reich, pessoas ficavam confinadas em campos na Rússia, ainda no século 18, sob o comando do czar Nicolau II.”</p>
</blockquote>
<p>É claro que na Segunda Guerra Mundial os campos de concentração ganharam notoriedade devida o uso em larga escala pelos nazistas, russos e japoneses.</p>
<p>A matéria da Revista Conhecer Fantástico, edição 47 é recheada de informações sobre os Campos de Concentração. Trazendo a origem, a diferença entre Campos de Trabalho Forçado, Campos de Transição e Campos de Extermínio. Entre muitas outras informações interessantes sobre o assunto, como um mapa identificando os principais campos no mundo em todas as épocas.</p>
<p>Confira numa banca próxima você!</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfant2.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6047]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6050" title="conhecerfant2" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfant2.jpg" alt="" width="425" height="345" /></a></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfant.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6047]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6049" title="conhecerfant" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfant.jpg" alt="" width="370" height="530" /></a></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfan.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6047]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6048" title="conhecerfan" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/conhecerfan.jpg" alt="" width="367" height="492" /></a></p>
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		<title>Hitler Morreu na Argentina, diz Livro do Jornalista Abel Basti</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 23:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Adolf Hitler não se suicidou. Exilou-se na Espanha e em seguida encontrou refúgio na Argentina. É isso que afirma o livro do jornalista Abel Basti, que divulga o que diz ser um documento secreto alemão. “O Exílio de Hitler” mostra um documento onde o nome de Adolf Hitler aparece como um dos passageiros do voo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adolf Hitler não se suicidou. Exilou-se na Espanha e em seguida encontrou refúgio na Argentina. É isso que afirma o livro do jornalista Abel Basti, que divulga o que diz ser um documento secreto alemão.</p>
<p>
 <strong>“O Exílio de Hitler” </strong>mostra um documento onde o nome de Adolf Hitler aparece como um dos passageiros do voo Áustria- Barcelona no dia 26 de Abril de 1945.<br />
 A história oficial e é a que todos conhecem, diz que Hitler suicidou-se juntamente com sua esposa, Eva Braun, num bunker em Berlim, dia 30 de Abril de 1945. No entanto, os corpos do casal nunca foram encontrados, dando origem a várias especulações.<span id="more-6023"></span></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/hitler_eva.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6023]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6026" title="hitler_eva" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/05/hitler_eva.jpg" alt="" width="590" height="392" /></a></p>
<p>Abel Basti, no entanto, afirma que tal história foi inventada para<strong> </strong>proteger Hitler, que era tido como uma peça fundamental na luta contra o comunismo do pós-guerra.</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que, quando acabou a Segunda Guerra Mundial, Hitler fugiu da Alemanha sob um escudo protetor do poder anglo-norte-americanos”, disse o jornalista.</p>
<p>
 O livro ainda faz menção de outro documento, dos<strong> </strong>serviços secretos britânicos<strong>,</strong> que revela que “um comboio de submarinos nazis partiu dias mais tarde de Espanha e, através de uma escala técnica nas ilhas Canárias, continuou a viagem até o sul da Argentina”, com o aval dos Estados  Unidos.</p>
<p>Comida vegetariana e água morna. Seria esta a dieta feita por Adolf Hitler durante os 20 anos que passou na Argentina. Segundo o livro do jornalista argentino Abel Basti, Adolf Hitler fugiu para Mar de la Plata, próximo de Buenos Aires, no fim da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>De acordo com a sua investigação, que já dura há mais de 15 anos, o jornalista afirma que Hitler viajou para a Patagónia juntamente com Eva Braun, num avião pilotado por Werner Baumbach, muito famoso em operações envolvendo os líderes autoritários.</p>
<p>Basti diz ainda que, na Argentina, Hitler &#8220;não realizou nenhuma cirurgia plástica. Simplesmente, aparou o bigode e rapou o cabelo para não ser reconhecido&#8221;.</p>
<p>O Jornalista comenta que conversou com o presidente da Croácia nazi, cujo teria jantado uma noite com Hitler e Eva Braun. O então presidente teria contado-lhe detalhes da conversa, em que os homens conversaram entre si. E as mulheres também.</p>
<p>De acordo com o livro de Abel Basti, Adolf Hitler rumou para a Argentina sob proteção do serviço secreto estadunidense e sob aprovação de Juan Domingo Perón, a fim de conservar as melhores tácticas de guerra alemãs.</p>
<p>O jornalista define assim: &#8220;Não podiam guardar os desenvolvimentos científicos, militares, técnicos só para eles. Era necessário preservar esses ensinamentos&#8221;, refere, acrescentando que, por isso, “assim que teve fim a Segunda Guerra Mundial iniciou a Guerra Fria, que opôs os Estados Unidos à União Soviética”.</p>
<p>
 &#8220;Há um pacote importante de documentos que ainda aguardam a licença da Defesa argentina para serem divulgados&#8221;, refere Basti.</p>
<p>Segundo o livro do jornalista, Hitler morreu na Argentina, na década de 60.</p>
<p>Quando chegou, em 1945, era um &#8220;homem lúcido, sem grandes problemas físicos. Na altura tinha 56 anos&#8221;, conta Abel Basti, segundo os documentos oficiais.</p>
<p>&#8220;O importante neste tipo de trabalhos é confrontara informação documental com os testemunhos&#8221;, explica o jornalista. E foi isso que Basti fez: o acesso a documentos dos serviços secretos e do ministério da Defesa argentino foi cruzado com o depoimento de pessoas que tiveram contato com o ex-ditador enquanto esteve na Argentina. O resultado da investigação está no livro &#8220;O Exílio de Hitler&#8221;, lançado esta semana em Espanha, ainda sem data de lançamento no Brasil.</p>
<p>Se considerarmos que recentemente <a href="http://segundaguerra.org/adolf-hitler-restos-do-seu-cranio-e-mandibula-estao-na-russia" target="_blank">o crânio que se acreditava ser de Hitler é na verdade de uma mulher</a>, essa questão pode dar muita dor de cabeça para os historiadores.</p>
<p>Alguns dizem que viram <a href="http://segundaguerra.org/adolf-hitler-e-tecnico-de-futebol-para-diversas-criancas-inglesas">Hitler treinando um time de futebol</a></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[6023]"><img class="aligncenter" title="Hitler" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/11/hitlertecnico1.jpg" alt="" width="331" height="560" /></a></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print&amp;idNota=60766" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print_amp_idNota=60766&amp;referer=');">Fonte da Notícia</a></span></p>
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		<title>Quadrinhos da Segunda Guerra &#8211; Resumo da Segunda Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 23:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente procura no Google por “resumo da Segunda Guerra Mundial” ou “Segunda Guerra resumo”, enfim, entre as diversas combinações de busca, muitas pessoas querem encontrar algum texto que explique resumidamente o que foi a Segunda Guerra Mundial. E aqui disponibilizamos uma história em quadrinhos que de forma genial consegue explicar resumir a Segunda Guerra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente procura no Google por “resumo da Segunda Guerra Mundial” ou “Segunda Guerra resumo”, enfim, entre as diversas combinações de busca, muitas pessoas querem encontrar algum texto que explique resumidamente o que foi a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>E aqui disponibilizamos uma história em quadrinhos que de forma genial consegue explicar resumir a Segunda Guerra em sua essência. E o melhor, com bom humor. A imagem pode até demorar um pouco para carregar, mas vale a pena ver e ler.<span id="more-5855"></span></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/segundaguerra.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5856" title="segundaguerra" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/segundaguerra.jpg" alt="" width="652" height="5800" /></a></p>
<p>Fonte: <strong><a href="http://capinaremos.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/capinaremos.com/?referer=');">Campinaremos.com</a></strong></p>
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		<title>Quadrinhos da Segunda Guerra &#8211; Hansi a Menina que Adorava a Suastica</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 23:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Hansi a menina que adorava a Suastica Meio que por acaso, encontrei uma revista em quadrinhos (HQ) muito interessante que em tudo tem a ver com o Segunda Guerra.org. A começar pela capa, o conteúdo é ainda mais curioso. Trata-se da mais pura propaganda estadunidense contra o nazismo, assim como a propaganda de “sociedade Ideal” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: medium;">Hansi a menina que adorava a Suastica</span><br />
 </strong>Meio que por acaso, encontrei uma revista em quadrinhos (HQ) muito interessante que em tudo tem a ver com o  Segunda Guerra.org. A começar pela capa, o conteúdo é ainda mais  curioso. Trata-se da mais pura propaganda estadunidense contra o  nazismo, assim como a propaganda de “sociedade Ideal” cultuada naquele  país.</p>
<p>Abaixo disponibilizamos a revista completa em PDF e se você compreende um pouco o “inglês”, pare de ler o artigo, pois abaixo está o resumo da história. Mas se você não entende nada de inglês e quer somente observar as figuras depois (que por sinal já faz com que entendamos o grosso da história), prossiga.<span id="more-5835"></span></p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi1.jpg" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5844" title="hansi" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi1.jpg" alt="" width="300" height="459" /></a></a><br />
 <strong><br />
 <span style="font-size: medium;">A Garota nazista</span></strong><br />
 <a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/nazi.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><img class="alignleft size-full wp-image-5839" title="nazi" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/nazi.jpg" alt="" width="200" height="176" /></a>Hansi é uma jovem alemã da região dos Sudetos, que vivencia a vinda do partido nazista ao seu país natal. Recebe educação pública e aprende que existem explicações científicas para situações que a Bíblia não explica. Hansi torna-se uma partidária leal do nazismo, sem jamais pestanejar sobre sua devoção até o momento em que Hitler comete suicídio.</p>
<p>Terminando a Segunda Guerra Mundial, Hansi é enviada para um campo de trabalho da Alemanha Oriental mantido pelos russos. Uma vez lá, ela rapidamente descobre que as mulheres são constantemente estupradas pelos soldados russos, no entanto, Hansi é ignorada pelos soldados porque ela é &#8220;muito magra&#8221;.</p>
<p>Após um tempo no Campo de Trabalho, Hansi decide fugir, acompanhada por outra prisioneira, consegue cruzar as cercas do campo sem ser notada. Quando se vê fora dos domínios do campo, diz a sua amiga que vai procurar abrigo num Campo americano, na Alemanha Ocidental. Sua amiga indignada diz: &#8220;todos os americanos são gangsters e vivem mascando chiclete&#8221;, porém Hansi rebate afirmando que tudo é melhor que conviver com os estupradores russos.</p>
<p>Durante a fuga encontram um balseiro e lhe oferecem algumas joias (ahn? Onde ela conseguiu, e manteve enquanto estava presa, não tenho a mínima ideia) em troca de serem guiadas até a Alemanha Ocidental. Ambas são orientadas a seguirem por uma floresta, onde se encontram com outras mulheres fugitivas. Porém, soldados russos que faziam buscas no local, as encontram e somente Hansi e uma menina, escapam com vida.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi2.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi21.jpg" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5845" title="hansi2" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi21.jpg" alt="" width="431" height="194" /></a></a></p>
<p>Hansi, finalmente chega ao campo americano e de fato é recebida por um soldado mascando chiclete, mas Hansi logo percebe que este soldado não quer violentá-la, porque ele é um americano bom. Dentro do alojamento, ela também perceber que há um soldado lendo história em quadrinhos. (ou seja, o estilo de vida estadunidense já diz tudo sobre o caráter de alguém&#8230; Anh?)</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi3.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5846" title="hansi3" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi3.jpg" alt="" width="260" height="192" /></a></p>
<p><strong><br />
 <span style="font-size: medium;">De Nazista à Cidadã Estadunidense</span></strong><br />
Bem, depois de ganhar entrada livre para os Estados Unidos, (antes era facílimo conseguir o green card) Hansi torna-se uma professora primária e encontra-se por acaso com seu namorado alemão, Rudy, o qual ela achava que havia morrido em combate quando o seu U-Boat afundou.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi4.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5848" title="hansi4" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi4.jpg" alt="" width="300" height="281" /></a></p>
<p>Hansi casa-se com Rudy, e após um ano, percebe que seu casamento foi um erro. Rudy, num ato de desespero, e disposto a tudo para salvar seu casamento, traz para dentro de casa uma Bíblia. Hansi fica chocada com a presença do livro sagrado, mas após ler algumas páginas, decide: &#8220;Seguirei a Deus e sua palavra&#8221;, e se torna uma cristã norte-americana. Apesar da presença de uma cultura hippie nos Estados Unidos que, obviamente, não se orgulha da abundância de comida em seu país e suas contas de poupança. Esses “detalhes” confundem Hansi por um tempo, pois ela entende que as coisas não funcionam tão bem como na Alemanha nazista.</p>
<p>Certo dia em sua sala de aula, Hansi observa seus alunos e conclui que a bonança material não é suficiente para que ela dedique sua devoção à pátria estranha. Porém a voz do próprio Deus soa e lhe algo como: “Pode tornar-se uma patriota, pois os Estados Unidos da América é uma nação sob o domínio de Deus”.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi6.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5849" title="hansi6" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi6.jpg" alt="" width="434" height="100" /></a></p>
<p>Não é preciso dizer que essa experiência a convence Hansi instantaneamente. E então, Hansi passa a lutar contra as desigualdades, e a exaltar os valores cristãos dos Estados Unidos. Declarando com orgulho que a terra do Tio Sam é um país livre. (ah! E sob o domínio de Deus&#8230; claro&#8230;).</p>
<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi8.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5835]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5850" title="hansi8" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/04/hansi8.jpg" alt="" width="432" height="129" /></a></p>
<p>Quem acompanhou o texto até aqui, por certo percebeu todo conteúdo propagandista exposto na Revista. A forma como é manipulada a ideia de “bonança material” com “benção de Deus”. O “alto valor moral” do cidadão estadunidense frente aos baixos valores dos russos. Assim como o crescimento econômico dos EUA diante das privações na União Soviética.</p>
<p>Esses valores descritos na revista soam estranhos se nos lembrarmos de que milhares de nazistas conseguiram refúgio nos Estados Unidos tão somente por interesse político e militar. Cientistas, médicos e tantas outras mentes brilhantes nazistas seguiram para os EUA e nisso aí não houve nenhum valor cristão impresso, pois a “pilhagem” de tecnologia e bons profissionais só serviu para aumentar o poderio estadunidense sobre as demais nações.</p>
<p>“Hansi, a Menina que Adorava a Suástica” foi publicada pela “Spire Christian Comics” em 1976. Uma linha de histórias em quadrinhos que sempre denotavam os valores cristãos (sob a ótica dos EUA) e o patriotismo estadunidense.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Narramos aqui o resumo da história, mas a revista é repleta de detalhes e para quem entende o mínimo de Inglês gostará de ler. Vale a pena fazer o download.</p>
<blockquote><p><strong>Hansi &#8211; A Menina que Adorava a Suástica</strong></p>
<p>Tamanho: 4 Mb<br />
Formato: PDF<br />
Servidor: EasyShare</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><a href="http://www.easy-share.com/1909796464/Hansi-the-Girl-who-Loved-the-Swastika.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.easy-share.com/1909796464/Hansi-the-Girl-who-Loved-the-Swastika.pdf?referer=');"><strong>Donwload</strong></a></span></p>
</blockquote>
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		<title>Judeus no Exercito Alemão</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Soldados Judeus de Hitler O tempo passa e mais e mais estudos trazem novas facetas a respeito da história do Holocausto e do Terceiro Reich. O historiador estadunidense, Bryan Mark Rigg, num estudo que rendeu o livro: Os Soldados Judeus de Hitler &#8211; Hitler&#8217;s Jewish Soldiers &#8211; traz a tona uma realidade espantosa: Mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Os Soldados Judeus de Hitler</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5316" title="img" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/img.jpg" alt="" width="180" height="260" />O tempo passa e mais e mais estudos trazem novas facetas a respeito da história do Holocausto e do Terceiro Reich. O historiador estadunidense, Bryan Mark Rigg, num estudo que rendeu o livro: Os Soldados Judeus de Hitler &#8211; Hitler&#8217;s Jewish Soldiers &#8211; traz a tona uma realidade espantosa: Mais de 100 mil militares de origem judaica, ou seja, mestiços, combateram nas fileiras do exército alemão.</p>
<p>Na estrada assassina, a &#8220;pureza racial&#8221;, Hitler encontrou desvios inesperados, em grande parte devido aos seus próprios pontos de vista enlouquecidos e incoerente políticas relativas à identidade judaica. Após séculos de assimilação judaica e casamento na sociedade alemã, ele descobriu que os eliminar judeus do resto da população seria mais difícil do que tinha antecipado.   Como Bryan Mark Rigg mostra neste estudo provocante, nada era mais hediondo nesse processo repleto de contradição e confusão do que o exército alemão.<span id="more-5308"></span></p>
<p>Contrariamente às opiniões convencionais, Rigg revela que um número surpreendentemente de militares alemães foi classificado pelos nazistas como judeus ou parcialmente &#8220;judeus&#8221; <em>(mestiços),</em> sob as diretivas das leis raciais nazistas.   Rigg demonstra que o número real era muito maior do que se pensava &#8211; talvez até 150.000 homens, incluindo veteranos condecorados e oficiais de alta patente, até mesmo generais e almirantes combateram na Segunda Guerra Mundial com farda alemã.</p>
<p>Como não havia nenhum precedente de investigação sobre os antepassados, muitos desses soldados nem sequer se consideravam judeus e tinham abraçado as fileiras militares como um modo de vida e como patriotas dedicados, ansiosos para servir uma nação alemã reavivada. Porém as novas leis forçaram um novo olhar sobre o efetivo das Wehrmacht a fim de remover os indesejados.</p>
<p>O processo de investigação e de remoção, porém, foi marcado por uma aplicação altamente inconsistente do direito nazista.  Numerosas &#8220;isenções&#8221; foram feitas a fim de permitir um soldado de permanecer nas fileiras ou para poupar o pai de um soldado, cônjuge ou outro parente de encarceramento ou algo pior.   A própria assinatura de Hitler pode ser encontrada em muitas destas isenções.</p>
<p>Baseada numa pesquisa profunda e abrangente em fontes arquivistas e secundárias, bem como extensas entrevistas com mais de 400 mestiços e seus familiares, o estudo de Rigg é um espaço novo no terreno de um campo lotado e mostra outro ângulo extremamente falho, desonesto, humilhante e trágico do governo de Hitler.</p>
<p>As milhares de páginas de documentos e testemunhos orais  colhidos pelo autor para este  estudo foram comprados pelos militares do Arquivo Nacional da Alemanha. A Coleção de Bryan Mark Rigg está arquivada no <em>Bundesarchiv-Militärarchiv</em> em Freiburg, Alemanha.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Alguns Mestiços do Exército Alemão</strong></span></p>
<div id="attachment_5324" class="wp-caption aligncenter" style="width: 436px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitbooklet.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5324" title="righitbooklet" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitbooklet.jpg" alt="" width="426" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Livro de serviço militar de &quot;meio-judeu&quot; Hermann Aub</p></div>
<div id="attachment_5326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 469px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitlineup.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5326" title="righitlineup" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitlineup.jpg" alt="" width="459" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Os soldados Judeus no juramento de lealdade a Hitler</p></div>
<div id="attachment_5327" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitgeitner.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5327" title="righitgeitner" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitgeitner.jpg" alt="" width="225" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Horst Geitner foi condecorado com a Cruz de Ferro de Segunda Classe.</p></div>
<div id="attachment_5328" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitgoldberg.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5328" title="righitgoldberg" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitgoldberg.jpg" alt="" width="225" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Esta foto do &quot;mestiço-judeu&quot; Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, foi usada por um jornal de propaganda nazista em sua primeira página com o título: &quot;The Ideal German Soldier.&quot; - &quot;O soldado alemão ideal&quot;.</p></div>
<div id="attachment_5323" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitascher.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5323" title="righitascher" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitascher.jpg" alt="" width="225" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">Comandante Paul Ascher, almirante, primeiro diretor  de do encouraçado Bismarck; recebeu a Cruz de Ferro das mãos do próprio Hitler.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5331" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitrogge.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5331" title="righitrogge" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitrogge.jpg" alt="" width="225" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Almirante Bernhard Rogge.</p></div>
<div id="attachment_5332" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitzukertort.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5332" title="righitzukertort" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitzukertort.jpg" alt="" width="225" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">General Johannes Zukertort </p></div>
<div id="attachment_5333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitholleander.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5333" title="righitholleander" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitholleander.jpg" alt="" width="225" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Coronel Walter H. Hollaender</p></div>
<div id="attachment_5334" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitwilberg.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5334" title="righitwilberg" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitwilberg.jpg" alt="" width="300" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">General da Luftwaffe Helmut Wilberg; Hitler declarou-o ariana em 1935.</p></div>
<div id="attachment_5335" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitmilch.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5335" title="righitmilch" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitmilch.jpg" alt="" width="400" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Marechal de Campo Erhard Milch (à esquerda) com a General Wolfram von Richthofen. Hitler declared Milch Aryan.  Ele foi premiado com a Cruz de Cavaleiro por sua atuação durante a campanha na Noruega em 1940.</p></div>
<div id="attachment_5336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitheinrici.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[5308]"><img class="size-full wp-image-5336" title="righitheinrici" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2010/02/righitheinrici.jpg" alt="" width="400" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">General Gotthard Heinrici, que era casado com uma &quot;mestiça-judia&quot;, reunião de Hitler em 1937.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Depoimentos Sobre o Livro Os Soldados Judeus de Hitler</h2>
<blockquote><p>&#8220;Através de entrevistas gravadas, a atenção cuidadosa aos arquivos pessoais e documentos banais, que normalmente, não são consultados pelos historiadores, e estimulado por um forte senso de missão pessoal, Rigg virou até um capítulo inexplorado e confuso na história do Holocausto. A extensão de seus achados surpreendeu os estudiosos. &#8220;- <strong>Warren Hoge, <em>New York Times</em></strong></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;A revelação de que os alemães de sangue judeu, mesmo sabendo dos ideais do regime nazista, serviram a Hitler como membros fardados de suas forças armadas deve causar um choque profundo&#8221;. &#8212; <strong>John Keegan,</strong> autor de <em>A Face da batalha e</em> da <em>Segunda Guerra Mundial.</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Surpreendente e inesperado, o estudo de Rigg é conclusivo e demonstra o grau de flexibilidade na política alemã para mestiços, o grau de envolvimento de Hitler e, mais importante, que nem todos os que serviram nas forças armadas eram antissemitas, assim como seu serviço de auxílio ao processo de abate.” &#8211; <strong>Michael Berenbaum,</strong> autor de <em>O mundo precisa saber: A História do Holocausto.</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Amplos conhecimentos Rigg&#8217;s e as conclusões preliminares de sua pesquisa me impressionou muito. Estou convencido de que seu tratamento em profundidade do assunto sobre soldados alemães de origem judaica na Wehrmacht conduzirá a novas perspectivas sobre a história militar alemã do século 20.” &#8211; <strong>Helmut Schmidt,</strong> ex-chanceler da Alemanha.</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Um trabalho impressionante, pesquisado com implicações importantes para as questões debatidas. Rigg conta algumas histórias comoventes de experiências humanas que complicam a nossa imagem do Estado e da sociedade no Terceiro Reich.&#8221; &#8211; <strong>Nathan A. Stoltzfus,</strong> Florida State University, autor de <em>Resistência do Coração: O casamento e o protesto Rosenstrasse na Alemanha nazista</em>.</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Um estudo esclarecedor e provocativo que merece um público amplo e com certeza será muito discutido.&#8221; &#8211; <strong>Dennis E. Showalter,</strong> Colorado College, autor de <em>Tannenberg: Clash of Empires</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Com a habilidade de um detetive mestre, Bryan Rigg revela a surpreendente e desconhecida história dos alemães de origem judaica no exército nazista. Seu trabalho contribui para a nossa compreensão da complexidade da fé e da identidade do Terceiro Reich.&#8221; &#8211; <strong>Paula E. Hyman,</strong> da Universidade de Yale, autor de <em>Sexo e assimilação em História Moderna Judaica e</em> Os <em>Judeus da França Moderna.</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Uma contribuição original, inovadora e significativa para a história da Wehrmacht e da Alemanha nazista.&#8221; &#8211; <strong>James S. Corum,</strong> Escola de Altos Estudos Air Power, autora de <em>The Roots of Blitzkrieg</em> e <em>A Luftwaffe</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;O trabalho de Rigg descobriu território acadêmico novo.&#8221; &#8211; <strong>Manfred Messerschmidt,</strong> Universidade de Freiburg, autor de <em>Die Wehrmacht im NS-Staat (Wehrmacht no estado nazista)</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Rigg abriu um novo território para historiadores e estudantes de guerra, oferecendo uma nova visão sobre a mentalidade nazista sobre raça.&#8221; &#8211; <strong><em>World War II Magazine.</em></strong></p></blockquote>
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		<title>A Casa das Laranjas &#8211; Crônica dos Bragantinos na FEB</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Explicar por que o Brasil participou da Segunda Guerra Mundial pode ser controverso e gerar dissensões entre os historiadores, pois enquanto uns afirmarão que o motivo foi os navios brasileiros afundados pelos alemães, outros dirão que esse episódio foi apenas uma desculpa. Alguns ainda arriscarão dizer que a entrada do Brasil na guerra ao lado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/10/casadaslaranjas.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[4279]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4281" title="casadaslaranjas" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/10/casadaslaranjas.jpg" alt="casadaslaranjas" width="200" height="301" /></a></p>
<p>Explicar por que o Brasil participou da Segunda Guerra Mundial pode ser controverso e gerar dissensões entre os historiadores, pois enquanto uns afirmarão que o motivo foi os navios brasileiros afundados pelos alemães, outros dirão que esse episódio foi apenas uma desculpa. Alguns ainda arriscarão dizer que a entrada do Brasil na guerra ao lado dos aliados foi meramente uma troca de favores entre o Governo de Getúlio Vargas e os Estados Unidos.<span id="more-4279"></span></p>
<p>Seja qual tenha sido o real motivo da participação brasileira, o fato é que embarcaram rumo a Itália milhares de rapazes que tinham a certeza de que nada a ver eles tinham com aquela guerra. Jovens de origem humilde que, na sua grande maioria, não conheciam nem mesmo a capital de seu país quanto menos imaginavam caminhar por ruas européias.</p>
<p>E passado quase 70 anos da participação do Brasil no conflito, qualquer um que se interesse pelo tema FEB, tem ciência de que nossos soldados foram heróis. Porém o que poucos sabem é que não somente heróis foram por terem cumprido suas tarefas em campo de batalha, mas principalmente por terem vencido um inimigo ainda maior: o descaso de seu próprio governo e de seus compatriotas.</p>
<blockquote><p>A fumaça da locomotiva marcava o itinerário e impedia que o rastro deste estranho animal se perdesse dos atentos olhares de uma platéia hipnotizada.<br />
Foi quando um praça declarou a metáfora inevitável: “parece uma Cobra fumando”.<br />
(&#8230;) alguém retrucou: “Você vai ver a cobra fumar, sim, mas vai ser quando jogarem a gente no fogo.”<br />
Moura (&#8230;) presenciou a conversa bizarra. Para ele, foi ali que nasceu a expressão que viria a se tornar o símbolo da FEB, (&#8230;).</p></blockquote>
<p>O livro “<a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html?referer=');"><span style="color: #ffcc33;"><strong>A Casa das Laranjas</strong></span></a>&#8220;, de Marcio Celestino Faria, foca a saga dos pracinhas oriundos de Bragança Paulista para retratar de forma empolgante e natural a rotina da FEB na Itália. Tal naturalidade dá ares reais às palavras do autor tecendo os heróis febianos como realmente foram: jovens simples que venceram inúmeras barreiras por um objetivo que não compreendiam.</p>
<p>No total 38 pracinhas bragantinos embarcaram para a batalha, porém os milhares que os acompanharam não destoavam de seus sentimentos, sonhos e intentos.</p>
<div id="attachment_4289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-4289" title="casadaslaranjas2" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/10/casadaslaranjas21.jpg" alt="casadaslaranjas2" width="600" height="396" /><p class="wp-caption-text">Bonfeti, Bernardi, Caixa e La Salvia no Rio de Janeiro</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Munido de depoimentos de pracinhas, cartas, jornais da época e vasta bibliografia, o autor reconstrói as paredes do velho galpão que originou o titulo do livro para nos envolver numa história que nos traz o riso, a emoção e em muitos pontos, a indignação.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html?referer=');"><span style="color: #ffcc33;"><strong>A Casa das Laranjas</strong></span></a> é o tipo de leitura que nos faz refletir e sentir desejo de poder voltar no tempo, interferir no curso da história, na tentativa de fazer-se entender que a injustiça deve ser abolida.</p>
<blockquote><p><strong><em>Hoje faz um ano e quatro dias que eu me apresentei em Caçapava. Até parece mentira que faz tanto tempo assim. Mas se Deus quiser, até o fim do ano irei embora.</em></strong></p>
<p><strong>Trecho da carta de um pracinha, remetida aos pais em 24 de novembro de 1943.</strong></p>
<p><strong>(num tempo onde se acreditava que o Brasil não embarcaria para a guerra)</strong></p></blockquote>
<p>Aqueles que não se interessam pelo tema FEB ou Segunda Guerra podem ler <strong><a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html?referer=');"> <span style="color: #ffcc33;">A Casa das Laranjas</span></a></strong> com a convicção de que não se trata de um livro de Guerra, mas um livro de Crônicas Pessoais de jovens que foram obrigados a deixar suas vidas cotidianas e seguirem rumo ao desconhecido.</p>
<blockquote><p><strong><em>Normando arcava seu corpo franzino sob o peso da mochila – cheia de latas de ração C -, da munição e do armamento. (&#8230;) Após uma severa preparação de artilharia, os tedescos avançaram. O silêncio que procedeu foi funesto.</em></strong></p></blockquote>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>E, por sua vez, os entusiastas da Segunda Grande Guerra podem ler <strong><a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html?referer=');"><span style="color: #ffcc33;">A Casa das Laranjas</span></a></strong>, satisfeitos em poder conhecerem os pormenores do dia-a-dia de combatentes que aprenderam a guerrear em campo de batalha. Que fizeram de suas armas os instrumentos para escreverem a palavra Honra na história do Brasil e da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Emocione-se, ria, suspire, embarcando numa viagem empolgante pelas páginas de:<br />
<span style="font-size: medium;"><a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824411.html?referer=');"><strong><span style="color: #ffcc33;">A Casa das Laranjas!</span></strong></a></span></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong>Autor:</strong> Marcio José Celestino Faria<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-85-909624-0-3<br />
<strong>Editora:</strong> Edição Independente<br />
<strong>Ano:</strong> 2009<br />
<strong>Número de páginas:</strong> 263<br />
<strong>Acabamento: </strong>Brochura<br />
<strong>Preço:</strong> R$ 25,00</p>
<p><span style="color: #ffcc33;"><span style="font-size: medium;"><strong>Pontos de Vendas: </strong></span></span><br />
Em Bragança Paulista &#8211; Banca do Pardal (centro), Banca da Panificadora Estância e na Livraria da Praça, (Praça Raul Leme).<br />
Na Internet: <a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html?referer=');"><strong>Estante Virtual</strong></a> (www.estantevirtual.com.br) -<strong> </strong><span style="font-size: medium;"><a rel="nofollow" href="http://www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estantevirtual.com.br/Marcio-Jose-Celestino-Faria-A-Casa-das-Laranjas-Cronicas-dos-Bra--23824410.html?referer=');"><span style="color: #ffcc33;"><strong>Compre Já!</strong></span></a></span></p>
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		<title>Mussolini e a Ascensão do Fascismo &#8211; Leitura Indispensável para se Entender a História deste Movimento</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 20:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Benito Mussolini é um dos personagens históricos mais complexos aos historiadores, quer seja por sua personalidade, quer seja por sua ascensão meteórica ao poder. Muito já se falou sobre suas origens e suas convicções, porém poucos explicaram de forma realista e lúcida, como e porque ele subiu ao poder. É justamente isso que o historiador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/06/mussolini1.jpg" class="broken_link" rel="lightbox[3535]"><img class="alignleft size-full wp-image-3550" title="mussolini" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/06/mussolini1.jpg" alt="mussolini" width="146" height="225" /></a>Benito Mussolini é um dos personagens históricos mais complexos aos historiadores, quer seja por sua personalidade, quer seja por sua ascensão meteórica ao poder. Muito já se falou sobre suas origens e suas convicções, porém poucos explicaram de forma realista e lúcida, como e porque ele subiu ao poder. É justamente isso que o historiador <strong><a rel="nofollow" href="http://www.mussolinieofascismo.com.br/autor.asp" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mussolinieofascismo.com.br/autor.asp?referer=');">Donald Sassoon</a></strong> faz no livro “<strong><a rel="nofollow" href="http://www.mussolinieofascismo.com.br/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mussolinieofascismo.com.br/?referer=');">Mussolini e a Ascensão do Fascismo</a>.</strong>”</p>
<p>Mussolini se empenhou firmemente ao ato de deixar para a posteridade que sua chegada ao poder foi de forma ilegal e à força, pintando-se como um revolucionário do povo. Porém esse brilho revolucionário e ilícito é apenas uma pose frente à história. Mussolini não tomou o poder, ele o recebeu legalmente das mãos do Rei Vitor Emanuel III em 1922.<span id="more-3535"></span></p>
<blockquote><p>&#8220;Diga a verdade. Promovemos uma revolução sem equivalente no mundo. (&#8230;) Fizemos uma revolução enquanto os serviços públicos continuavam funcionando, sem interromper o comércio e com os empregados em suas mesas de trabalho, os operários nas fábricas e os camponeses pacificamente cultivando o campo. É um novo estilo de revolução&#8221;.  &#8211; Benito Mussolini</p></blockquote>
<p>Baseando-se continuamente em dados históricos, o livro nos revela uma realidade pouco explorada. Inexperiente como parlamentar e como líder, Mussolini chegou ao poder aproveitando-se de brechas numa história política catastrófica da Itália.  Valendo-se também de sua pose e de sua oratória, ele convenceu até os mais céticos de que o fascismo era a única esperança para os italianos.</p>
<p>Em “<strong><a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=Mussolini+e+a+Ascensao+do+Fascismo&amp;site_origem=9136263"rel="nofollow" >Mussolini e a Ascensão do Fascismo</a></strong>”, o Duce é desmitificado, revelando que na história não há milagres e sim conseqüência de fatos. Sair do anonimato à líder das multidões num espaço de tempo tão pequeno não foi fruto de um chamado divino ou predestinação, mas conseqüência de uma série de acontecimentos que envolveram a atmosfera política italiana desde o fim da Primeira Guerra.</p>
<p>O livro de <a rel="nofollow" href="http://www.mussolinieofascismo.com.br/autor.asp" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mussolinieofascismo.com.br/autor.asp?referer=');">Sassoon</a> não se limita a biografar Benito Mussolini, mas dar cor ao imbróglio político italiano desde sua entrada na guerra até a nomeação do governo liderado pelo fascismo, em 1922. Citando personagens históricos e trabalhando as idéias em ordem cronológica, o autor simplifica fatos incompreensíveis a nossa realidade atual. Como era tolerável existir uma milícia como os “Camisas Negras” que apesar de sua violência, não eram reprimidos pela polícia ou pelas forças armadas? Como os fascistas marcharam sobre Roma sem que houvesse nenhum tiro, nenhum combate?</p>
<p>Na história sempre há uma explicação racional, e mesmo que à primeira vista incompreensível, é possível entender porque, quase que unanimemente, Benito Mussolini recebeu votos de apoio ao ser nomeado Primeiro Ministro em 31 de Outubro de 1922.</p>
<p>O Equívoco chamado “Mussolini” não obrigou a darem-lhe o poder, tampouco o tomou, mas recebeu de bom grado daqueles que o viam como a única esperança para seus interesses.</p>
<blockquote><p><strong>MUSSOLINI E A ASCENSÃO DO FASCISMO</strong></p>
<p><strong>I.S.B.N.:</strong> 9788522008063</p>
<p><strong>Altura:</strong> 20,8 cm.</p>
<p><strong>Largura:</strong> 13,5 cm.</p>
<p><strong>Acabamento:</strong> Brochura</p>
<p><strong>Edição:</strong> 1ª Ed. / 2009 / FEVEREIRO</p>
<p><strong>Idioma</strong>: Português</p>
<p><strong>Número de Paginas:</strong> 200</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.ediouro.com.br/templates/agir/" target="_blank" class="broken_link" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ediouro.com.br/templates/agir/?referer=');">Editora AGIR</a></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Site promocional do Livro</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong><a rel="nofollow" href="http://www.mussolinieofascismo.com.br" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mussolinieofascismo.com.br?referer=');">www.mussolinieofascismo.com.br</a></strong></span></p>
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		<title>A Biblioteca Esquecida de Hitler</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente foi lançado um livro que propõe trazer um novo estudo sobre Adolf Hitler, &#8220;A Biblioteca Esquecida de Hitler&#8220;, onde a fonte de pesquisa usada foi a Biblioteca dispersa do Führer. Literalmente dispersa, uma vez que após a Segunda Guerra Mundial seus 16 mil livros retirados de suas casas em Munique, Berlim e Obersalzberg espalharam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=A+Biblioteca+Esquecida+de+Hitler&amp;site_origem=9136263" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/compare.buscape.com.br/categoria?id=3482_amp_lkout=1_amp_kw=A+Biblioteca+Esquecida+de+Hitler_amp_site_origem=9136263&amp;referer=');"><img class="alignleft size-full wp-image-3283" title="biblioteca_hitler" src="http://segundaguerra.org/wp-content/uploads/2009/06/biblioteca_hitler.jpg" alt="biblioteca_hitler" width="125" height="193" /></a>Recentemente foi lançado um livro que propõe trazer um novo estudo sobre Adolf Hitler, <strong>&#8220;<a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=A+Biblioteca+Esquecida+de+Hitler&amp;site_origem=9136263"rel="nofollow" >A Biblioteca Esquecida de Hitler</a>&#8220;</strong>, onde a fonte de pesquisa usada foi a Biblioteca dispersa do Führer. Literalmente dispersa, uma vez que após a Segunda Guerra Mundial seus 16 mil livros retirados de suas casas em Munique, Berlim e Obersalzberg espalharam-se por bibliotecas e universidades dos EUA e da Europa ou, se perderam.</p>
<p>O historiador Timothy W. Ryback utilizou essa fonte não apenas porque Hitler era um colecionador de livros, mas porque era um leitor voraz. Durante toda a sua vida adulta, o líder nazista leu um livro por noite.<span id="more-3282"></span></p>
<p>Embora fosse um leitor compulsivo, não é correto apontar Hitler como um intelectual. Nas suas estantes era possível achar, sem critério, obras de filósofos como Nietzsche e Schopenhauer e tratados antissemitas; livros de arte e volumes de literatura barata; histórias de guerra e teorias do ocultismo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ele era um leitor acrítico, capaz de ler um estudo filosófico num dia e, no outro, um panfleto racista, sem fazer nenhuma distinção&#8221;, diz Ryback. A própria biografia do führer, &#8220;<a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=Mein+Kampf&amp;site_origem=9136263"rel="nofollow" >Mein Kampf</a>&#8221; (minha luta, lançado em dois volumes, em 1925 e 1926), já dava pista da leitura superficial a que ele se dedicava &#8211;mesmo em clássicos como &#8220;Dom Quixote&#8221;.</p></blockquote>
<p>Hitler não usava suas leituras para aumentar seu conhecimento, mas sim para embasar suas idéias preconcebidas. Como um advogado que ao montar um processo, busca na constituição o amparo para sua causa.</p>
<p>Títulos como &#8220;<a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=O+judeu+Internacional&amp;site_origem=9136263"rel="nofollow" >O judeu Internacional</a>&#8221; de Henry Ford &#8211; o fundador da empresa de autos -, e &#8220;O Declínio das Grandes Raças&#8221;, de Madison Grant, ambos os livros que afirmam que os judeus conspiram contra o mundo, foram as bases que Hitler buscava para a sua doutrina nazista.</p>
<p>Obviamente que ele não leu todos os volumes de sua biblioteca, diversos eram presentes de aduladores, assim como a leitura não era uma atividade prazerosa, mas uma compensação ao fato de ter cessado os estudos aos 15 anos. Prova disso foram os seus próprios escritos onde erros grosseiros de ortografia podem ser notados, e são muitos nos originais de &#8220;<a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=Mein+Kampf&amp;site_origem=9136263"rel="nofollow" >Mein Kampf</a>&#8220;.</p>
<p>Boa parte dessa biblioteca, cerca de 1200 livros está na biblioteca do Congresso estadunidense em Washington, nos EUA.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Ficha Técnica</strong></span></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=A+Biblioteca+Esquecida+de+Hitler&amp;site_origem=9136263" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/compare.buscape.com.br/categoria?id=3482_amp_lkout=1_amp_kw=A+Biblioteca+Esquecida+de+Hitler_amp_site_origem=9136263&amp;referer=');"><strong>A BIBLIOTECA ESQUECIDA DE HITLER</strong></a><br />
<strong>ISBN-10:</strong> 8535914579<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 9788535914573<br />
<strong>Acabamento: </strong>Brochura<br />
<strong>Edição:</strong> 1<br />
<strong>Número de páginas: </strong>328<br />
<strong>Autor:</strong> Timothy Ryback<br />
<strong>Tradução: </strong>Ivo Korytowski<br />
<strong>Editora:</strong> <a rel="nofollow" href="http://www.companhiadasletras.com.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.companhiadasletras.com.br/?referer=');">Companhia das Letras</a><br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 46,00</p>
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