A Base Humana da FEB

feb-emblema“… todo soldado de má conduta seria transferido de imediato para as comunidades que iriam combater”.
Palavras do Cel. Afonso de Carvalho, comandante da Fortaleza de São João, transcrita no livro “FEB 12 anos depois”.

“Os apelos das autoridades militares, chamando para as fileiras das tropas expedicionárias todos os homens aptos, ficavam sem eco entre as elites mais expressivas. E assim a FEB teve que ser organizada com a juventude pobre do Brasil”.
Gal. F. Paula. Cidade



Entrevista com o Dr. Orlando Gomes Berthier que serviu na Itália no quadro de médicos da FEB.

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Desembarque na Itália - Dr. Belthier no primeiro plano

“Creio que o nosso nordestino, em tempo de paz, é mais desnutrido que o italiano no tempo da guerra”. Assim falou o General de Brigada da reserva, Dr. Orlando Gomes Berthier, que integrou o quadro da FEB na Segunda Guerra Mundial.



As Armas da FEB na Segunda Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial, a FEB entrou no conflito para lutar contra as forças nazi-facistas. Os soldados brasileiros rumaram para a Europa sob olhares de desconfiança e descrédito da população civil.

A tropa era despreparada, o material precário, o uniforme mesclado com peças brasileiras e peças dos EUA. Porém nosso soldado provou que do pouco pode se tirar o muito. Superando todas as expectativas, voltaram vitoriosos e deixaram sua marca na história.



Crônica da Segunda Guerra – O Engano

1º de Janeiro de 1945

Aconteceu que saiu uma patrulha com dois sargentos, nove soldados e um partigiani. A certa altura ela se dividiu em dois grupos. O Sargento Jose Rodrigues que comandava um deles viu umas onde supunha que tivesse alemães. Deixou três homens esperando atrás de um barranco e avançou cautelosamente com um soldado Erico. Os dois homens andavam certa distância um do outro – Os dois metidos em seus capotes brancos, com capuzes brancos.

O sargento ia andando com todo cuidado quando viu um soldado a alguns metros de distancia. Teve a impressão de que o soldado ia lhe dizer alguma coisa, e, levando um dedo à boca, e franzindo a sobrancelha, fez um gesto para que ele não dissesse nada, ficasse em silêncio, para não despertar a atenção do inimigo que devia estar dentro da casa e acrescentou baixinho:



Crônica da Segunda Guerra – O Chão

8 de março de 1945.

Na encosta do morro, naquela posição que os brasileiros haviam conquistado na véspera, encontrei um soldado que disse ter visto três cadáveres de alemães. Como eu trazia a péssima Karat que comprei em Pistóia, ele pensou que eu fosse fotógrafo, e perguntou se não queria ir até lá.

-É longe?



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