O Dia D – O Dia em que os Planos Aliados Quase foram Descobertos
Em razão de a maior parte dos comandos principais estarem em Londres, essa cidade se transformou no centro de planejamento aliado. Em dezembro os ingleses sugeriram que “embalassem” o 1º Exército e o mudassem junto com os outros. Porém, a fim de não arrancar pelas raízes essa unidade, foi levada a Londres apenas as células internas de um estado-maior de planejamento. Os 30 oficiais que compunham esse grupo eram dirigidos por Bill Kean e se instalaram em escritórios que o grupo de exércitos forneceu em Bryanston Square.
O Primeiro Exército instalou o seu Centro de Operações no segundo andar, na mesma fila de edifícios do gabinete do grupo de exércitos. A casa fizera parte de uma fileira de elegantes construções de West End, com chaminés de mármores italianos, em telhados rococós, e uma alegre vista para a praça arborizada que ocupava toda uma quadra. Agora as janelas estavam cobertas, dia e noite, por cortinas de espesso tecido negro para blackout. Uma variedade de mesas de escritório de campanha preenchia o salão, cujas paredes estavam recobertas com mapas taxados com a marca “Altamente Secreto”. Sobre eles, folhas de papel transparente estavam cruzadas por linhas que assinalavam limites de faixas de controle, objetivos, linhas de fases sucessivas; segredos que, para conhecê-los, o inimigo pagaria prazerosamente com uma divisão.
O Dia D – Carta de Rommel Alertando sobre o Perigo da Invasão Aliada
No dia 23 de abril de 1944, o Marechal Rommel enviou ao Coronel-General Jodl a seguinte mensagem, na qual faz referência à possível invasão por parte dos aliados:
O Dia D – Os Primeiros Movimentos
Em 07 de abril de 1944. Um ensaio geral da operação Overlord acontece no QG de Montgomery. Assistem a ele os comandantes das três armas. Sobre o piso de um grande salão encontra-se estendido um mapa, de vários metros de comprimento, em relevo, que reproduz fielmente cada um dos acidentes da costa da Normandia. De pé, no meio do mapa, “como um gigante passeando por uma França [:ttip="relativo a Lilipute ou o habitante desta ilha imaginária do romance Viagens de Gulliver, do escritor inglês Jonathan Swift (1667-1745), onde os habitantes medem apenas 6 polegadas " id="unique_id"]liliputiana[:/ttip]“, está Montgomery. O chefe inglês assinala, um por um, os pontos determinados para a operação de desembarque e as rotas de acesso ao interior da França…
O Dia D – Análise do General Bradley sobre a Hora H
O General estadunidense Bradley esclarece, no fragmento a seguir, alguns dos problemas que incidiam na determinação da Hora H e seus lapsos anteriores e posteriores:
O Dia D – Análise de Dwight Eisenhower sobre a Decisão de Invadir no Dia 6
Dwight Eisenhower, comandante-supremo das forças aliadas que invadiram a “fortaleza européia”, julgou assim alguns aspectos da operação:















