O Dia D – O Soldado Alemão no Oeste
- 17 junho 2009 às 14:41
- Depois
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Do informe oficial do comandante-supremo das forças de invasão, dirigido aos chefes do Estado-Maior Combinado, descrevendo o soldado alemão:
“A qualidade das forças terrestres alemãs com as quais entravam em contato nossos exércitos, variava consideravelmente. Lideravam a escala as tropas Panzer da SS e as unidades de pára-quedistas, consideravelmente superiores às das divisões de infantaria comuns. Seu espírito, acalentado por uma cega fé na vitória final nazista, era extraordinário, e, tanto no ataque como na defesa, cada homem lutava com uma coragem fanática.
O Dia D – 7ª a 12ª hora: 6h – 12h
Utah Beach. Um dos primeiros estadunidenses que pisa a terra francesa, exatamente às 06h39min, é o Brigadeiro Theodore Roosevelt Jr, fiel à tradição de bravura dos Roosevelt de Oyster Bay, homônimos e rivais de Roosevelt de Hyde park e do “New Deal”. Adiante, em cima, atrás dele, os foguetes lançados pelo LCR fazem um barulho infernal. Roosevelt, que havia estudado o terreno, não o reconhece. Compreende que uma corrente afastou os barcos para o sul, até a aldeia de Madeilene, onde termina o caminho de Sainte-Marie-du-Mont. Lá estava um blockhaus armado com uma peça de guerra e uma velha torre de proteção de tanque, constituindo o ponto de apoio n° 5. Os defensores, que pertencem à 3a Companhia do 919o RI, foram enterrados pelo bombardeio. Os estadunidenses os desenterram. O oficial alemão, Tenente Janke, deixa-se fotografar ao lado deles, diante da fortaleza.
O Dia D – 2ª a 6ª hora: 1h – 6h
A 01h11min o 84o Corpo alemão, em Saint-Lô, recebe, de Caen, uma comunicação de sua 716a DI:
“Pára-quedistas a leste do Orne, região Ranville-Bréville e orla norte da floresta de Bavent”.
A 01h45min recebe de Valones uma mensagem da 709a DI:
O Dia D – Primeira Hora: 0h – 1h
- 9 junho 2009 às 16:41
- Destaque, Durante
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Logo no primeiro minuto, 6 grandes planadores Horsa, da 6a Divisão Aerotransportada britânica, invadiram a costa francesa, acima de Houlgate.
O Dia D – Apoio Naval no Desembarque

LCT: Capacidade para transportar até 5 tanques médios, porém tinha baixa autonomia, lenta e pouca resistência em mar aberto.
A travessia da Mancha exigiu um plano, dito Netuno, de extraordinária complexidade. Tratava-se de atravessar um mar difícil, minado pelo amigo e pelo inimigo, com 4.126 lanchas de desembarque, divididas em 26 categorias, a maior parte das quais eram notável pela sua má qualidade náutica e, além disso, por ter tripulação constituída por marinheiros de ocasião. Apesar de seu nome “craft”, os LCT, com sua pesada maquinaria traseira e sua dianteira não flutuante, faziam a travessia por seus próprios recursos. Esperava-se que para embarcar em tal aventura pudessem aguardar por uma bela noite de verão, porém deveriam enfrentar o mar com ondas de 2 metros e ventos contrários de 28 nós.













